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Perdidos e Achados

SÁBADO NO JORNAL DA NOITE

Perdidos e Achados

O Roubo das joias da coroa

Hoje no Jornal da Noite

Há 12 anos o património português ficou mais pobre quando 6 joias da coroa portuguesa foram roubadas num museu holandês.O roubo, com contornos dignos de filme, aconteceu no dia 2 de dezembro de 2002.

Castão de Bengala de D. José, em ouro e com 387 brilhantes.

Castão de Bengala de D. José, em ouro e com 387 brilhantes.

Os ladrões levaram 50 joias das coroas Holandesa, Britânica, Francesa e Portuguesa.

Os ladrões levaram 50 joias das coroas Holandesa, Britânica, Francesa e Portuguesa.

Diamante em bruto com 135 quilates, considerado um dos maiores do mundo.

Diamante em bruto com 135 quilates, considerado um dos maiores do mundo.

Durante a madrugada de domingo para segunda-feira, dois ladrões levaram do museu da Ciência de Haia 50 joias das coroas Holandesa, Francesa, Britânica e Portuguesa. Entre as peças roubadas, as mais valiosas eram as 6 joias da coroa portuguesa. Peças de valor elevado e beleza rara que tinham sido emprestadas pelo Palácio Nacional da Ajuda ao Museon de Haia, para uma exposição sobre diamantes.

A polícia holandesa investigou o roubo durante 7 anos, seguiu várias pistas e interrogou dezenas de pessoas mas não conseguiu chegar aos ladrões nem às joias.

O caso foi arquivado pelas autoridades em 2009. Antes disso, em 2006, Portugal recebeu uma indemnização de 6,1 milhões de euros.

Parte desta verba será utilizada para construir um espaço museológico para permitir a exposição permanente da joias da coroa.

Este sábado, no Perdidos e Achados, recordamos a história de um mistério que continua por resolver.

 

 Jornalista: Patrícia Mouzinho

Repórter de imagem: Rui do Ó

Editor de imagem: Rui Rocha

Produção: Cláudia Araújo, Madalena Durão

Coordenação: Maria João Ruela

Direção: Alcides Vieira

 

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
    0:36

    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite