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Perdidos e Achados

“A arte em cacos”

O Perdidos e Achados desta semana propõe uma viagem pelo mundo da cerâmica portuguesa.

Neste pavilhão abandonado chegaram a trabalhar mil e duzentas pessoas.

Neste pavilhão abandonado chegaram a trabalhar mil e duzentas pessoas.

Os tempos áureos da cerâmica portuguesa foram alimentados pela criatividade de muitas pessoas.

Os tempos áureos da cerâmica portuguesa foram alimentados pela criatividade de muitas pessoas.

Neste pavilhão abandonado chegaram a trabalhar mil e duzentas pessoas...Era uma das maiores fábricas de cerêmica da Europa

Neste pavilhão abandonado chegaram a trabalhar mil e duzentas pessoas...Era uma das maiores fábricas de cerêmica da Europa

Os tempos áureos da cerâmica portuguesa foram alimentados pela criatividade de muitas pessoas.

Os tempos áureos da cerâmica portuguesa foram alimentados pela criatividade de muitas pessoas.

Fomos em busca das fábricas que fecharam, dos trabalhadores que foram para o desemprego...

E também dos que ainda resistem e teimam em continuar a arte.

Numa altura em que há cada vez mais colecionadores, sobretudo dos anos 50 e 60...

Ainda há quem deite fora ou destrua peças que fazem parte da história da cerâmica portuguesa.

 

 Jornalista: Cristina Boavida  

Repórter de imagem: Filipe Ferreira

Edição de imagem: Ana Rita Sena

Produção: Cláudia Araújo, Madalena Durão

Coordenação: Maria João Ruela

Direção: Alcides Vieira

 

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