sicnot

Perfil

perdidos e achados.png

Perdidos e Achados

SÁBADO NO JORNAL DA NOITE

Perdidos e Achados

O Assalto à “Santa Maria”

A 20 de janeiro de 1961, precisamente há 55 anos e um mês, Camilo Mortágua, figura incontornável da resistência contra o regime de Salazar, embarcou no paquete 'Santa Maria', no porto venezuelano de La Guaira para levar a cabo um ato inédito: O desvio de um dos navios mais importantes da marinha mercante portuguesa.

O 'Santa Maria' foi desviado em 1961 por um grupo de homens, portugueses e espanhóis, com o objectivo de derrubar as ditaduras de Salazar e Franco.

O 'Santa Maria' foi desviado em 1961 por um grupo de homens, portugueses e espanhóis, com o objectivo de derrubar as ditaduras de Salazar e Franco.

Camilo Mortágua, figura mítica da resistência armada, foi um dos homens que desviou o paquete 'Santa Maria'.

Camilo Mortágua, figura mítica da resistência armada, foi um dos homens que desviou o paquete 'Santa Maria'.

O paquete, embandeirado em arco, à chegada a Lisboa no fim do sequestro a 16 de Fevereiro de 1961.

O paquete, embandeirado em arco, à chegada a Lisboa no fim do sequestro a 16 de Fevereiro de 1961.

Camilo Mortágua integrava um grupo que tinha como missão pôr em prática o plano traçado pelo capitão Henrique Galvão e pelo

General Humberto Delgado.

Longe vão os tempos dessas andanças pela liberdade...

Hoje, na pacatez alentejana do Alvito, Camilo Mortágua recorda as águas agitadas de um episódio que marca a História do país.

Para além deste testemunho fundamental, descobrimos outras pessoas que estavam a bordo quando o navio foi assaltado e

que vão contar como foi, no próximo Perdidos e Achados.

Jornalista: Patrícia Mouzinho

Repórter de Imagem: Filipe Ferreira

Edição de Imagem: João Nunes

Produção: Cláudia Araújo, Madalena Durão

Coordenação: Pedro Mourinho

  • Governo prepara pacote de medidas para matas ardidas

    País

    O Governo vai preparar um pacote de medidas para as matas nacionais afetadas pelos incêndios, que passa pela elaboração de um relatório de ocorrências, por um programa de intervenção e pela aplicação da receita da madeira nessas matas.

  • "Viverei com o peso na consciência até ao último dia"
    3:00
  • Acabou o estado de graça

    Sá Carneiro dizia que qualquer Governo tem direito a um estado de graça de 100 dias. E que, depois disso, já não tem margem para deitar culpas ao Governo anterior. O discurso de Marcelo, no terreno, junto das vítimas, e não na torre de marfim de Belém, marca o tal "novo ciclo" que o Presidente há muito tinha anunciado, com data marcada: depois das autárquicas.

    Pedro Cruz

  • "O primeiro-ministro falhou em toda a linha"
    4:36

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares não acredita que a ministra da Administração Interna se despediu: "ela foi demitida pela Presidente ontem à noite publicamente". No Jornal da Noite, esta quarta-feira, o comentador da SIC declarou que o primeiro-ministro "falhou em toda a linha" e questionou se António Costa tinha a "coragem política de fazer o que é preciso". Sobre os incêndios, Miguel Sousa Tavares disse ainda que o maior problema não era haver reacendimentos, mas sim "não serem logo apagados e propagarem-se".

    Miguel Sousa Tavares

  • 2017: o ano em que mais território português ardeu
    1:41
  • O balanço trágico dos incêndios do fim de semana
    0:51
  • A fotografia que está a correr (e a impressionar) o Mundo

    Mundo

    A fotografia de uma cadela a carregar, na boca, o cadáver calcinado da cria está a comover o mundo. Entre as muitas fotografias que mostram o cenário causado pelos incêndios que devastaram a Galiza nos últimos dias, esta está a causar especial impacto. O registo é do fotógrafo Salvador Sas, da agência EFE. A imagem pode impressionar os mais sensíveis.

  • "O povo exige um novo ciclo"
    1:10

    Tragédia em Pedrógão Grande

    A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande exige que o primeiro-ministro faça um pedido de desculpas público às famílias das vítimas dos incêndios. A Presidente da Associação pede ainda a demissão do comando da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Após a reunião desta quarta-feira com António Costa, Nádia Piazza anunciou que o Governo assume as mortes de junho passado e chegou a acordo com os familiares das vítimas.

  • Uso de véu que tape o rosto proibido em serviços públicos no Quebec, Canadá
    1:04
  • 60 milhões de crianças com menos de 5 anos vão morrer entre 2017 e 2030

    Mundo

    Cerca de 15 mil crianças com menos de 5 anos morreram em 2016 em todo o mundo, e 46% destas morreram nos primeiros 28 dias de vida, segundo um relatório divulgado na quarta-feira pela Unicef. Apesar de se ter registado uma descida da mortalidade nos primeiros cinco anos de vida, de 9,9 milhões de mortes em 2000 para 5,6 milhões em 2016, a proporção de recém-nascidos entre os falecidos aumentou de 41% para 46% neste período.