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Perdidos e Achados

SÁBADO NO JORNAL DA NOITE

Perdidos e Achados

Renascer das cinzas

Durante 28 dias consecutivos entre julho e agosto de 2003, portugal esteve de baixo de fogo.

Num ano em que os fogos provocaram um rasto de destruição, o Perdidos e Achados recua até 2003 O pior ano de sempre no que a incêndios diz respeito Naquela ano os incêndios atormentaram o pais durante 28 dias consecutivos. As chamas provocaram a morte de 20 pessoas. Mais de 400 mil hectares foram destruídos, incluindo uma parte da maior mancha de pinheiro bravo da Europa Centenas de casas ficaram queimadas.

Entre julho e agosto, Portugal esteve de baixo de fogo.
Os distritos do centro do país foram os mais atingidos, especialmente, Castelo Branco, Guarda e Santarém.

André Branco tinha 8 anos, quando o fogo encurralou a sua casa, em Pisão Fundeiro.

André Branco tinha 8 anos, quando o fogo encurralou a sua casa, em Pisão Fundeiro.

Depois da tragédia muitos exigiram e outros delinearam mudanças profundas, no combate aos incêndios e na gestão do território.

Mais de 400 mil hectares foram destruidos.Centenas de casas ficaram queimadas.

Mais de 400 mil hectares foram destruidos.Centenas de casas ficaram queimadas.

13 Anos depois, a SIC regressou aos locais mais martirizados pelo fogo em 2003, para perceber o que realmente mudou.

A carpintaria junto á casa de José Mendes, foi polvora que alimentou um fogo impiedoso.

A carpintaria junto á casa de José Mendes, foi polvora que alimentou um fogo impiedoso.

Reencontrámos muitos dos que viveram intensamente aqueles dias dramáticos: Quem combateu o fogo, quem perdeu tudo, quem ajudou os mais despertados.
O " Renascer das Cinzas", marca o regresso do Perdidos e Achados, no próximo sábado.

Jornalista – Isabel Osório

Repórter de Imagem – João Lúcio

Edição de Imagem – Rui Félix

Produção – Madalena Durão

Coordenação – Luís Marçal

  • As mulheres na clandestinidade durante o Estado Novo
    7:32

    País

    Não se sabe quantas mulheres portuguesas viveram na clandestinidade durante o Estado Novo, mas estiveram sempre lado a lado com os homens que trabalhavam para o Partido Comunista na luta contra a ditadura. Aceitavam serem separadas dos filhos e mudarem de identidade várias vezes ao longo dos anos. A história de algumas destas mulheres estão agora reunidas num livro que acaba de ser lançado.