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NO JORNAL DA NOITE

Portugal Desigual

Um retrato das desigualdades dos rendimentos e da pobreza no país.

  • Portugal Desigual (episódio 4)
    12:50

    Portugal Desigual

    O processo de ajustamento a que Portugal esteve sujeito acentuou as desigualdades do país, num processo em tudo idêntico ao da maior parte das nações europeias. Pobreza e desigualdade estão muito próximas, como veremos o último episódio de "Portugal Desigual", o estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos que temos vindo a apresentar no Jornal da Noite.

  • Portugal Desigual (3º episódio)
    12:05

    Portugal Desigual

    Desemprego e quebra de salários foram dois dos impactos sentidos pelos portugueses na sequência do programa de ajustamento, após o pedido de resgate. Neste episódio do "Portugal Desigual", que tem por base o estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos sobre o período em que a troika este no nosso país, tentamos perceber o impacto da crise nos rendimentos do trabalho.

  • Portugal durante a crise
    1:39

    Portugal Desigual

    A crise financeira entre 2009 e 2014 afectou especialmente os mais pobres. Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, à qual a SIC e o Expresso se associaram, mostra que quem tinha menos foi quem mais sofreu durante os anos da troika.

  • Portugal Desigual (episódio 2)
    12:34

    Portugal Desigual

    Sente-se no bolso e no dia-a-dia: o programa de ajustamento obrigou os portugueses a apertarem o cinto e as consequências começam a ser conhecidas. A Fundação Fracisco Manuel dos Santos cruzou dados estatísticos e disponibiliza aquele que é o mais completo estudo sobre as implicações da presença da troika no nosso país. A SIC associou-se ao projecto e mostra-lhe de que forma é que a crise foi sentida em Portugal e num dos países mais desenvolvidos da Europa.

  • Portugal Desigual (episódio 1)
    15:43

    Portugal Desigual

    De forma mais ou menos intensa, todos os portugueses sentiram, e sentem ainda, as consequências do programa de ajustamento a que o país esteve sujeito. Mas quem sofreu mais com este "apertar do cinto"? Os mais pobres foram, de facto, mais poupados a sacrifícios? E a classe média, como é que pagou a crise?