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Reportagem Especial

"Não estamos disponíveis para continuar a correr esse risco"

"Não estamos disponíveis para continuar a correr esse risco"

Pedro Soares, presidente da Comissão parlamentar de Ambiente e deputado do Bloco de Esquerda, explica a posição conjunta do Parlamento em relação ao prolongamento da vida da central nuclear de Almaraz.

  • Almaraz: Nuclear Até Quando?

    Reportagem Especial

    Nos anos de 1970 e 80, Portugal recusou a opção nuclear para produzir eletricidade. Mesmo ao lado, Espanha já tinha em marcha, desde a década de 60, um programa nuclear ambicioso, que chegou a prever 13 centrais de potência. A moratória nuclear espanhola travou sete projetos, nos anos 90, mas o país vizinho mantém em funcionamento cinco centrais nucleares, num total de sete reatores. Dois desses reatores, os da central nuclear de Almaraz, funcionam a cerca de 100 quilómetros da fronteira portuguesa.

  • "O prolongamento da vida das centrais nucleares tem de ser visto caso a caso"
    3:42

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    O francês Henri Baguenier, especialista em economia da energia, considera que não se pode dar uma autorização genérica para o prolongamento da vida das centrais nucleares em Espanha, ou em qualquer país do mundo. Em entrevista à SIC, para a Reportagem Especial "Almaraz: Nuclear Até Quando?", o antigo professor do ISEG defende que o prolongamento "é uma questão de análise caso a caso", e lembra que a questão que se está a colocar em Espanha, coloca-se em muitos países, porque "o setor nuclear é um setor velho, em termos de capacidade instalada." O economista, que nos anos 80 foi um dos académicos que ajudou a travar a opção nuclear em Portugal, diz ainda que a grande diferença de há 20 anos para cá é que, "hoje, produzir eletricidade renovável é competitivo em relação a qualquer outra tecnologia".

  • Os números das eleições francesas
    0:50

    Eleições França 2017

    Os resultados definitivos mostram que Emmanuel Macron obteve 24% dos votos, na primeira volta das eleições francesas. Ficou quase três pontos à frente de Marine Le Pen, que conseguiu 21,3%. Os números oficiais, publicados pelo Ministério do Interior, dão ainda conta da taxa de abstenção: 22,2%, um ligeiro aumento face à primeira volta das presidenciais de 2012.

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