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Reportagem Especial

Jornal da Noite

Reportagem Especial

Negócios do fogo

Negócios do fogo

Todos os anos, o Estado gasta centenas de milhões de euros para financiar os meios de combate aos incêndios. A reportagem especial da SIC denuncia falta de rigor e clareza em muitos dos negócios.

A SIC teve acesso a vários pareceres da Autoridade Nacional de Proteção Civil, documentos que provam que, após algumas fiscalizações, o Estado conseguiu poupar milhares de euros na reparação de carros de bombeiros.

Nos voluntários da Amora, por exemplo, a instalação de uma bomba acoplada começou por custar 13.345 euros, valor que acabou reduzido em cerca de 4.300. Na Pontinha, os técnicos baixaram o orçamento do motor de uma viatura mercedes em mais de 3.000 euros.

Nenhuma das duas corporações aceitou falar publicamente sobre o assunto, mas os casos não são casos únicos.

Nota da redação:

O comandante dos Bombeiros Voluntários de São Mamede de Infesta, que é simultaneamente dono da empresa Touch Fire, foi mencionado nesta reportagem mas recusou ser entrevistado pela SIC.

Numa resposta por escrito, defende que não vê qualquer incompatibilidade no facto de comercializar produtos de combate a incêndios e permanecer no comando de uma corporação de bombeiros voluntários, porque a lei não o impede.

Confirma ainda que na empresa Touch Fire, trabalha um outro bombeiro, de outra corporação, com quem não é mantida qualquer relação contratual.

  • "O sistema é uma porta aberta para toda a espécie de falcatruas"
    3:52

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares analisou esta segunda-feira, no habitual espaço de comentário no Jornal da Noite, a reportagem especial da SIC "Negócios do Fogo", que revela que o Estado gasta centenas de milhões de euros para financiar os meios de combate aos fogos. O comentador da SIC defendeu que o sistema é como uma "porta aberta", elaborado de forma a que nada seja fiscalizado e permitindo "toda a espécie de falcatruas".

  • Sinais de fogo
    17:31

    Reportagem Especial

    Os incêndios de Pedrógão Grande puseram muita madeira no mercado mas depois de 15 de outubro a indústria assegurou matéria-prima mais barata para os próximos dois a três anos. A fileira do pinho oleou as máquinas e até as celuloses vão importar menos e diminuir os custos de produção. Pode ser "sol de pouca dura", mas os factos demonstram que os fogos têm um benefício económico imediato e mostram realidades inquietantes. "Sinais de Fogo" é a Reportagem Especial deste domingo. 

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    7:57
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    País

    A CGTP quer levar o tema das baixas médicas à Concertação Social, já a UGT diz que há outras matérias prioritárias. Ainda assim as duas centrais sindicais lembram que a não justificação de faltas pode dar origem a um despedimento por justa causa. Esta quinta-feira o bastonário da Ordem dos Médicos propôs ao Governo que acabe com as baixas de curta duração, até três dias.

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