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26.06.2009 18:30
Dizem as estatísticas que dois bebés em cada mil partos sofrem de paralisia cerebral. É uma lesão irreversível que destrói para sempre células nervosas do cérebro e que consequentemente, deixam de comandar algumas partes do corpo.
A Paralisia Cerebral pode ser provocada por múltiplas situações, desde logo, e a mais frequente é a chamada anoxia de parto (falta de oxigenação do cérebro do bebé no momento do nascimento), mas também a prematuridade, más formações ou infecções várias podem ter também as mesmas consequencias. Nunca é uma patologia com uma tipologia única, por isso cada caso é um caso diferente. As estatísticas europeias, referem que em cada ano, pelos menos 200 crianças sofrem essa lesão neuromotora que lhes fica para sempre, alterando, conforme a gravidade da lesão, a vida da criança e de toda a família.
É uma lesão que não escolhe extractos sociais, famílias nem situações e apesar da evolução da medicina, o numero de casos não tem vindo a diminuir.
A designação da lesão é pejorativa, "paralisia cerebral" é um nome duro de ouvir. O desconhecimento geral sobre o problema leva a pensar erradamente que se trata de uma deficiência mental.
A Grande reportagem "Até onde poderei sonhar" alem de explicar o que é a "Paralisia Cerebral" mostra vários testemunhos de portadoras da lesão que provam que apesar da irreversibilidade a lesão pode ser contrariada e quem sofre com a paralisia cerebral pode ser intelectualmente superior, ter um projecto de vida e sonhar como qualquer outra pessoa.
Curiosidades:
Eu sou pai de uma criança de nove anos que sofre de Paralisia cerebral. A Rita ainda não tem mobilidade sem apoio, é uma lutadora, boa aluna e um bom exemplo de como se pode ultrapassar a doença. Parte da reportagem é feita por ela, (Voz off, apresentação e testemunho).
Como a reportagem foi feita como a minha homenagem e admiração por todos os que sofrem com a paralisia cerebral, dando a conhecer o problema usando a minha filha, fui à procura de Ritas que com diversos graus de dificuldade e diversas idades lutam positivamente contra a lesão.
As primeiras imagens desta reportagem forma captadas há ano e meio num parto de gémeas, filhas de uma portadora de paralisia.
Foram usadas na rodagem meios pouco habituais nas reportagens de TV, câmaras subaquáticas, Uma grua, charriô entre outros meios habituais em cinema.
Este foi o trabalho que fiz com mais carinho em toda a minha vida profissional e marca uma viragem na minha carreira de jornalista, depois desta reportagem passarei a dedicar-me só ao programa de cinema "35mm", ás entrevistas com os actores e actrizes e a desenvolver novos conteúdos e projectos de televisão atrás das câmaras.
Mário Augusto
Jornalista
Jornalista: Mário Augusto
Repórteres de imagem: Rui Flórido e António Pereira
Edição de imagem: António Soares
Grafismo: Carla Gonçalves e Cláudia Ganhão
Produção: Maria Calado
Coordenação: Cândida Pinto
Direcção: Alcides Vieira
É uma lesão que não escolhe extractos sociais, famílias nem situações e apesar da evolução da medicina, o numero de casos não tem vindo a diminuir.
A designação da lesão é pejorativa, "paralisia cerebral" é um nome duro de ouvir. O desconhecimento geral sobre o problema leva a pensar erradamente que se trata de uma deficiência mental.
A Grande reportagem "Até onde poderei sonhar" alem de explicar o que é a "Paralisia Cerebral" mostra vários testemunhos de portadoras da lesão que provam que apesar da irreversibilidade a lesão pode ser contrariada e quem sofre com a paralisia cerebral pode ser intelectualmente superior, ter um projecto de vida e sonhar como qualquer outra pessoa.
Curiosidades:
Eu sou pai de uma criança de nove anos que sofre de Paralisia cerebral. A Rita ainda não tem mobilidade sem apoio, é uma lutadora, boa aluna e um bom exemplo de como se pode ultrapassar a doença. Parte da reportagem é feita por ela, (Voz off, apresentação e testemunho).
Como a reportagem foi feita como a minha homenagem e admiração por todos os que sofrem com a paralisia cerebral, dando a conhecer o problema usando a minha filha, fui à procura de Ritas que com diversos graus de dificuldade e diversas idades lutam positivamente contra a lesão.
As primeiras imagens desta reportagem forma captadas há ano e meio num parto de gémeas, filhas de uma portadora de paralisia.
Foram usadas na rodagem meios pouco habituais nas reportagens de TV, câmaras subaquáticas, Uma grua, charriô entre outros meios habituais em cinema.
Este foi o trabalho que fiz com mais carinho em toda a minha vida profissional e marca uma viragem na minha carreira de jornalista, depois desta reportagem passarei a dedicar-me só ao programa de cinema "35mm", ás entrevistas com os actores e actrizes e a desenvolver novos conteúdos e projectos de televisão atrás das câmaras.
Mário Augusto
Jornalista
Jornalista: Mário Augusto
Repórteres de imagem: Rui Flórido e António Pereira
Edição de imagem: António Soares
Grafismo: Carla Gonçalves e Cláudia Ganhão
Produção: Maria Calado
Coordenação: Cândida Pinto
Direcção: Alcides Vieira
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