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SEGUNDA A SEXTA 01:00Um programa descontraído, com boas conversas, bem-humorado. De segunda a sexta, um anfitrião diferente recebe convidados de artes várias.
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14.12.2009 11:26
“Afeganistão é o teatro de operações mais exigente”
O Chefe de Estado Maior do Exército considera que "o Afeganistão representa o teatro de operações mais exigente" em que Portugal está presente. No entanto, o General Pinto Ramalho defende que o reforço do contingente português com mais 150 efectivos constitui "uma missão que prestigia as forças nacionais, nomeadamente o Exército". "O Exército ao corresponder a essas solicitações dá prova da sua modernidade, da sua transformação e da sua capacidade para participar nesses grandes acontecimentos", refere o convidado do Sociedade das Nações.
"Não há nenhuma guerra subversiva ou de insurreição que possa ser ganha única e exclusivamente com meios militares",
explica o General. O Chefe de Estado Maior do Exército explica que a resolução de conflitos, como o do Afeganistão,
"precisa da contribuição efectiva de três pilares: a segurança militar, o desenvolvimento e a boa governação". "A grande questão que se coloca é saber se a comunidade internacional tem posto exactamente a mesma ênfase na procura dos três pilares"
, continua o general.
O convidado do Sociedade das Nações alerta ainda para a necessidade de uma alteração de postura e mentalidade. "As forças da coligação tem que ser vistas como forças apostadas na segurança e no desenvolvimento e não como forças de ocupação" , argumenta o General Pinto Ramalho.
Além da presença no Afeganistão, o Chefe de Estado Maior do Exército analisa ainda a cooperação técnico militar na preparação de novos exércitos nos países africanos de expressão portuguesa e em Timor-Leste. Esta cooperação representa, na opinião do general, "a materialização de uma ligação extremamente profícua e fraterna entre as Forças Armadas de Portugal e as Forças Armadas destes países" .
O CEME passa ainda em revista as missões portuguesas nos Balcãs e no Líbano. Quanto a meios, o General Pinto Ramalho garante que tem "os meios possíveis" , mas que em termos de efectivos, o recrutamento de pessoal está "abaixo do objectivo estrutural" .
O convidado do Sociedade das Nações alerta ainda para a necessidade de uma alteração de postura e mentalidade. "As forças da coligação tem que ser vistas como forças apostadas na segurança e no desenvolvimento e não como forças de ocupação" , argumenta o General Pinto Ramalho.
Além da presença no Afeganistão, o Chefe de Estado Maior do Exército analisa ainda a cooperação técnico militar na preparação de novos exércitos nos países africanos de expressão portuguesa e em Timor-Leste. Esta cooperação representa, na opinião do general, "a materialização de uma ligação extremamente profícua e fraterna entre as Forças Armadas de Portugal e as Forças Armadas destes países" .
O CEME passa ainda em revista as missões portuguesas nos Balcãs e no Líbano. Quanto a meios, o General Pinto Ramalho garante que tem "os meios possíveis" , mas que em termos de efectivos, o recrutamento de pessoal está "abaixo do objectivo estrutural" .
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