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A ameaça do Estado Islâmico

Um ano depois de anunciar a criação de um "califado", o grupo extremista Estado Islâmico conheceu avanços e recuos nos territórios que ocupou na Síria e Iraque, e reclamou vários atentados terroristas. Na semana passada, num só dia, três ataques, quase em simultâneo, em três continentes mostram como poucos operacionais podem pôr em causa estruturas importantes, destruir o turismo e a economia, obrigar as nações a armar-se e policiar-se, e tornar os cidadãos mais desconfiados e intolerantes.

© STRINGER Iraq / Reuters

Todos estes atos, ocorridos para provocar os fiéis durante o Ramadão, e que chegaram a vitimar crentes muçulmanos numa mesquita, tinham sido anunciados, em forma de aviso e ameaça. Um ano depois da sua proclamação no Iraque, o Estado Islâmico avança por toda a parte, apesar de continuar a sofrer importantes derrotas militares. 

Esta semana, no Sociedade das Nações, o investigador americano John M. Berger explica de que forma o Estado Islâmico devolveu a ideia de vitória e de radicalismo ao universo islamita e jihadista. A origem do EI, a estratégia operacional, os objetivos e as diferenças entre o movimento e a Al-Qaeda são os temas em destaque na entrevista ao coautor do livro "Estado Islâmico: Estado de Terror". 

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