sicnot

Perfil

Sociedade das Nações

Entrevista a Fernando Pinto

No dia 24 de junho, foi assinado o contrato de compra e venda de 61% do capital da TAP entre membros do Governo e responsáveis do consórcio Gateway, de David Neeleman e Humberto Pedrosa, vencedor da privatização da companhia aérea. O Governo decidiu, em junho, que a proposta do consórcio Gateway era a melhor no que respeita à contribuição para o reforço da capacidade económico-financeira do grupo TAP, ao projeto estratégico e ao valor global apresentado para a aquisição de ações, critérios de avaliação previstos no caderno de encargos.

Esta semana, no Sociedade das Nações, o presidente da TAP analisa os anos que tem passado à frente da companhia aérea. Fernando Pinto assumiu a presidência da companhia aérea em 2000 e garante que estes 15 anos representam o maior desafio profissional da sua vida.

Concluído o processo de privatizarão, que depende ainda da autorização dos reguladores, Fernando Pinto discute o futuro da empresa e os principais desafios do mercado atual. A tarifa média da TAP caiu entre 8 e 10% em 2014, na sequência do aumento da concorrência low cost e da queda da procura.

  • Cachalote-pigmeu morreu pouco tempo depois de dar à costa em Lisboa
    1:13
  • Presidente da República apoia reforma "quanto antes" do Tribunal de Contas
    1:13

    País

    O Presidente da República defendeu esta manhã uma reforma do Tribunal de Contas para que se adeque a lei que prevê o controlo das entidades públicas. Para Marcelo Rebelo de Sousa, se a lei der melhores meios de controlo e for de mais rápida aplicação, vai dissuadir casos de má gestão de dinheiros públicos que acabam por resultar em crimes.

  • PSD compara SNS a um "cenário de guerra", Centeno desdramatiza
    2:44

    Economia

    O ministro das Finanças esteve esta amanhã no Parlamento e voltou a não comprometer-se com aumentos salariais na função pública no próximo ano. Deu mesmo a entender que a medida não é prioritária. A discussão passou também pelo Serviço Nacional de Saúde. Centeno desdramatizou as carências mas o PSD comparou o que s passa a um cenário de guerra.