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UNESCO pede medidas urgentes às autoridades do Peru para proteger Machu Picchu 

Uma missão da UNESCO pediu quinta-feira às autoridades do Peru para adotarem medidas de emergência para proteger o Machu Picchu, entre as quais travar o crescimento da povoação de Aguas Calientes, situada no local arqueológico.  

RICARDO CHOY KIFOX

Uma missão da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência eCultura (UNESCO) esteve nos últimos dias no Peru a avaliar o estado de  preservação e conservação na área da célebrecidadela inca. 

Nuria Sanz, chefe da UNESCO para a América Latina e Caribe, disse à  agência oficial Andina que o objetivo davisita foi "colaborar" com as autoridades  para encontrar a melhor solução para apreservação do Machu Picchu. 

"Há que gerar uma dinâmica que permita um controlo e regulaçãoexigentes",  apontou, ao frisar queé necessário "tomar medidas de emergência rigorosas"  face ao crescimento desordenado da povoaçãode Machu Picchu (conhecida como  AguasCalientes). 

A zona tampão do local também está ameaçada pela construção de umaestrada  alternativa de acesso ao MachuPicchu, com a UNESCO a recomendar a realização de uma consulta junto de especialistas em geodinâmica, infraestruturashidráulicas  e comunicação. 

A responsável disse ainda que recomendou ao Governo peruano acriação  de um painel internacional deassessores e técnicos que execute os planos de conservação do Machu Picchu. 

Um primeiro relatório de avaliação da UNESCO deve ser conhecidodentro  de cerca de duas semanas e umfinal dentro de sete meses, de acordo com a agência noticiosa Andina. 

O primeiro, com recomendações, será submetido ao Comité doPatrimónio  Mundial da UNESCO, que sereunirá entre 24 de junho e 06 de julho, em São Petersburgo, na Rússia. 

A célebre cidadela inca de Machu Picchu foi declarada PatrimónioCultural  da Humanidade em 1983. 

Com Lusa

 

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