Pedro Cruz

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SIC

  • Ricos partidos pobres

    Opinião

    Primeiro, os pontos prévios: - os partidos são essenciais à democracia; - os partidos são estruturantes para a organização política; - os partidos não são bandos de malfeitores oportunistas.

    Pedro Cruz

  • E agora, Catarina?

    Opinião

    Robles não sai pelo seu próprio pé. Sai depois do empurrão dado por Fazenda, da ala UDP do Bloco. Bastou um fundador dizer umas coisas para "o Ricardo" perceber que o negócio das casas o deixava politicamente frágil. E a "reflexão" que Fazenda pede ainda pode dar pano para mangas a Catarina.

    Pedro Cruz

  • Tornámos o mundo num lugar muito estranho

    Opinião

    Sejamos claros, diretos e sem demagogias: os governos não são responsáveis pelos incêndios. Nem aqui nem na Grécia. Mas os governos são responsáveis pelo povo que governam. Pelo ordenamento do território. Pela floresta. Pelos meios de combate. Pelas decisões políticas. Ou falta delas.

    Pedro Cruz

  • Ora Eça!

    Opinião

    Eça, o meu conterrâneo que se definia como sendo "apenas um pobre homem da Póvoa de Varzim" não haveria de gostar de nada que fosse obrigatório. Durante décadas, Os Maias lá estiveram, quem sabe numa progressista lista pós-revolução, dada a natureza "sexual e incestuosa" da obra. Sai dessa lista agora. Claro que sai. "Ninguém" gostava de "ter de" ler Os Maias.

    Pedro Cruz

  • Qual foi a parte que não perceberam?

    Opinião

    Hoje, no parlamento, Manuel Pinho citou Merkel: "qualquer dia, o cidadão comum não percebe o que dizem os políticos". Não, sr. ex-ministro. Não é qualquer dia, senhora Chanceler. Há muito que os cidadãos eleitores – prefiro chamar-nos assim – não entendem o que dizem os políticos.

    Pedro Cruz

  • O Sr. Germano

    Opinião

    Já foi neste século, mas logo nos primeiros meses. Estava no Mindelo, em trabalho, mas o propósito da viagem não tinha nada a ver com política nem com literatura. Calhou cruzar-me com Germano Almeida.

    Pedro Cruz

  • Revista do Ano 2017

    O Palácio de Belém nunca mais foi o mesmo. Dizia-se, nos corredores, que Marcelo, ao chegar, tinha mandado abrir as janelas para arejar, sacudir os tapetes e dar uma grande varridela. Pode ter sido em sentido figurado ou literal. (Há quem garanta que foi, também, em sentido literal)

    Pedro Cruz