Daesh

Famílias das duas portuguesas capturadas pelo Daesh pedem ajuda ao primeiro-ministro

Famílias das duas portuguesas capturadas pelo Daesh pedem ajuda ao primeiro-ministro

Famílias apelam às autoridades para que as retirem do campo onde estão na Síria.

As famílias das duas portuguesas que estão num campo das Nações Unidas, na Síria, foram hoje entregar documentos, na residência oficial do primeiro-ministro, a pedir ajuda para as trazer de volta a Portugal. Vânia Cherif e Catarina Almeida, viviam em França antes de viajarem para a Síria.

Vânia Lopes Cherif, de 24 anos, partiu para a Síria com o marido, um jihadista atualmente detido, há cerca de três anos. Já Catarina Almeida, de 47 anos, seguiu para o país em 2014, para tentar resgatar o filho que se tinha alistado no Daesh.

  • Portuguesas ligadas ao Daesh pedem ajuda ao Governo para regressarem a Portugal
    8:49

    Daesh

    Duas portuguesas estão num campo das Nações Unidas, na Síria, depois de terem sido capturadas pelas forças curdas ao Daesh. Vânia Cherif vivia em França, chegou à Siria há três anos com o marido, jihadista do Daesh, que atualmente está detido. Catarina Almeida também vivia em França quando seguiu para a Síria há quatro anos atrás do filho, combatente do grupo radical islâmico.

  • Maria Delfina está determinada a ir à procura da filha na Síria
    2:47

    País

    Há quase um ano que a mãe de Vânia Cherif tenta ajuda das autoridades portuguesas para retirar a filha da Síria e trazê-la de volta para Portugal, mas a diplomacia não tem dado resposta aos seus apelos. A família da jovem diz que nunca desconfiou da ligação do genro ao Daesh e acredita que Vânia foi enganada. Cansada de esperar por resultados da diplomacia portuguesa, Delfina está determinada a ir ao encontro da filha.

  • Pela primeira vez, duas portuguesas ligadas ao Daesh revelam-se

    País

    Vânia Lopes Cherif, de 24 anos, partiu para a Síria com o marido, um jihadista atualmente detido, há cerca de três anos. Já Catarina Almeida, de 47 anos, seguiu para o país em 2014, para tentar resgatar o filho que se tinha alistado no Daesh. Na altura, ambas foram capturadas pelas forças curdas e agora têm o desejo de voltar a Portugal.