José Sócrates: O Confronto

Investigação SIC: Os momentos em que Sócrates confrontou os investigadores da Operação Marquês

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Investigação SIC: Os momentos em que Sócrates confrontou os investigadores da Operação Marquês

Desde o primeiro dia que José Sócrates contesta a investigação: por ser persecutória, desprovida de provas, lenta a investigar e acusar, fechada aos arguidos mas exposta na comunicação social. José Sócrates foi interrogado três vezes. A primeira, quando foi detido, e as outras duas em 2015 e no ano passado. São estes dois últimos interrogatórios que a Grande Reportagem aborda hoje, no Jornal da Noite, em simultâneo com a SIC Notícias. Em José Sócrates, O Confronto, o ex-governante encarna o "animal feroz" que lhe conhecemos e confronta os investigadores com as fragilidades que encontrou no processo. Mostramos-lhe agora um excerto do que vai poder ver hoje no Jornal da Noite da SIC.

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    Não é o tempo cronológico que define Francisco, mas o tempo da oportunidade, sem necessariamente sintonizar a ação com o tempo mediático. Esta circunstância pode dar um bom enquadramento de leitura para o «escândalo» dos abusos sexuais por parte de clérigos católicos. Mas o impacto mediático gerado pelo relatório da Pensilvânia e pela carta de um arcebispo a pedir a resignação do Papa, com a visita à Irlanda como pano de fundo, acabou por criar também uma oportunidade. Os próximos meses são por isso fulcrais para atenuar os danos e reconstruir laços de confiança nas instituições. Não há folga para oportunidades desperdiçadas. A pressão é elevada. A dimensão mediática não terá sido devidamente valorizada. Francisco ficou mais exposto às críticas e aos críticos.

    Joaquim Franco

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