Novo Governo

APRE promove campanha contra abstenção nas eleições legislativas

APRE promove campanha contra abstenção nas eleições legislativas

A associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados volta a promover uma campanha contra a abstenção nas próximas eleições legislativas, depois das últimas Europeias terem registado a maior abstenção de sempre. Para a presidente da associação, Maria do Rosário Gama, é preciso explicar aos portugueses que, quando não se vota, permite-se que sejam os outros a escolher.

  • Eleições legislativas a 4 de outubro

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    As próximas eleições legislativas realizam-se a 4 de outubro, anunciou esta quarta-feira o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, no Palácio de Belém, um dia depois de ter ouvido os partidos com assento parlamentar.

  • Cavaco apela a uma maioria nas legislativas de 4 de outubro
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    O Presidente da República considerou quarta-feira "desejável" que o próximo Governo disponha de apoio "maioritário e consistente" na Assembleia da República e seja "sólido, estável e douradouro" para prosseguir uma política que traga mais riqueza e mais justiça social. "É da maior importância que Portugal disponha de condições de estabilidade política e de governabilidade na próxima legislatura. Sem elas será muito difícil alcançar a melhoria do bem-estar a que os nossos cidadãos justamente aspiram", afirmou o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, numa comunicação ao país a propósito das próximas eleições legislativas, que marcou hoje para 04 de outubro.

  • Governo apela a maioria absoluta nas eleições
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    Tal como o Presidente da República, também o Governo apela a uma maioria absoluta nas próximas legislativas. O ministro da Presidência diz que só foi possível Portugal cumprir o resgate externo por causa da determinação e estabilidade do governo. Luís Marques Guedes sublinha que é essencial que essa estabilidade se mantenha no futuro.

  • Papa Francisco - entre a vulnerabilidade de um abalo e a oportunidade de uma reforma

    Papa e a tensão na Igreja

    Não é o tempo cronológico que define Francisco, mas o tempo da oportunidade, sem necessariamente sintonizar a ação com o tempo mediático. Esta circunstância pode dar um bom enquadramento de leitura para o «escândalo» dos abusos sexuais por parte de clérigos católicos. Mas o impacto mediático gerado pelo relatório da Pensilvânia e pela carta de um arcebispo a pedir a resignação do Papa, com a visita à Irlanda como pano de fundo, acabou por criar também uma oportunidade. Os próximos meses são por isso fulcrais para atenuar os danos e reconstruir laços de confiança nas instituições. Não há folga para oportunidades desperdiçadas. A pressão é elevada. A dimensão mediática não terá sido devidamente valorizada. Francisco ficou mais exposto às críticas e aos críticos.

    Joaquim Franco

  • Piloto que morreu no Estoril terá ficado sem travões
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  • Empresa de segurança sob suspeita na Guarda
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  • O embaraço do príncipe Harry
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