Orçamento do Estado 2018

  • Alívio fiscal do IRS vai ser "positivo para as famílias"
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  • Polícias e militares em vigília sem data para terminar
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    País

    O congelamento das carreiras profissionais das Forças Armadas uniu polícias e militares que a 02 de maio iniciam uma vigília de protesto sem data para terminar e vão participar na manifestação do 25 de abril em Lisboa e no Porto. Numa conferência de imprensa que juntou a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, a Associação dos Profissionais da Guarda, a Associação Nacional de Sargentos, Associação de Oficiais das Forças Armadas e Associação de Praças, a Associação Nacional de Sargentos da Guarda e o Sindicato Independente dos Agentes de Polícia, as forças de segurança e militares das Forças Armadas deixaram ao governo vários avisos ao governo: reunir só para proletar a situação e a vigília "não tem data para terminar" porque depende "da postura do Governo em querer resolver esta questão" que passa pelo descongelamento das carreiras, como está previsto no Orçamento do Estado de 2018.

  • Estado com contas positivas em fevereiro

    Orçamento do Estado 2018

    O Ministério das Finanças diz que a receita do Estado cresceu quase 5% em fevereiro e a despesa aumentou quase 3%. O excedente das administrações públicas ficou em 258 milhões de euros em fevereiro, divulgou em comunicado que antecede a síntese de execução orçamental.

  • Marcelo promulgou Orçamento

    Orçamento do Estado 2018

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou esta sexta-feira o Orçamento do Estado para 2018, considerando que "não suscita questões e constitucionalidade que determinem a sua fiscalização preventiva".

  • Marcelo tem acompanhado "complexa redação" do OE 2018
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    Orçamento do Estado 2018

    O Presidente da República diz que tem estado a acompanhar a redação final do Orçamento do Estado para 2018, que diz ser complexa e que espera receber já esta quarta-feira.  Na apresentação dos cumprimentos de boas festas da Assembleia da República, Marcelo Rebelo de Sousa fez um balanço das decisões que tomou em matéria de promulgações e de fiscalização de diplomas e referiu-se a 2017 como um ano contraditório.