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John Kelly nega que alguma vez tenha tido intenção de se demitir da Casa Branca

Yuri Gripas/ Reuters

O chefe de gabinete da Casa Branca, John Kelly, negou esta sexta-feira que alguma vez tenha tido a intenção de se demitir por causa do escândalo de Rob Porter, um importante assessor próximo de si, acusado de violência doméstica.

"Não tenho absolutamente nada que me leve a considerar renunciar", afirmou hoje este general, perante um grupo de jornalistas na Casa Branca.

Não obstante, Kelly, que ocupa um cargo equivalente na Europa ao de primeiro-ministro, admitiu erros na gestão do escândalo e considerou que as declarações públicas emitidas pela Casa Branca foram um erro. "Não nos cobrimos de glória com a forma como gerimos a situação. (...) Foi confuso", admitiu.

Depois das revelações sobre Porter, circularam rumores de que o presidente, Donald Trump, podia optar por demitir Kelly, o que foi desmentido imediatamente pelo círculo mais próximo daquele.

O que poderia ter sido um incidente isolado converteu-se em escândalo devido, em parte, ao apoio incondicional que Kelly exprimiu publicamente a Porter quando surgiram as acusações, mas também porque foi revelado que Kelly conhecia desde há meses as acusações de violência doméstica feitas pelas ex-esposas e nada fez.

Lusa

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