"Não tenho absolutamente nada que me leve a considerar renunciar", afirmou hoje este general, perante um grupo de jornalistas na Casa Branca.
Não obstante, Kelly, que ocupa um cargo equivalente na Europa ao de primeiro-ministro, admitiu erros na gestão do escândalo e considerou que as declarações públicas emitidas pela Casa Branca foram um erro. "Não nos cobrimos de glória com a forma como gerimos a situação. (...) Foi confuso", admitiu.
Depois das revelações sobre Porter, circularam rumores de que o presidente, Donald Trump, podia optar por demitir Kelly, o que foi desmentido imediatamente pelo círculo mais próximo daquele.
O que poderia ter sido um incidente isolado converteu-se em escândalo devido, em parte, ao apoio incondicional que Kelly exprimiu publicamente a Porter quando surgiram as acusações, mas também porque foi revelado que Kelly conhecia desde há meses as acusações de violência doméstica feitas pelas ex-esposas e nada fez.
Lusa