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Espiões norte-americanos reafirmam que Rússia procurou ajudar eleição de Trump

Yuri Gripas

A entidade que coordena os serviços de informações nos EUA mantém a posição defendida que o Kremlin procurou interferir nas eleições presidenciais de 2016 para prejudicar a candidata democrata, Hillary Clinton, e ajudar o candidato republicano, Donald Trump.

Esta posição foi divulgada na segunda-feira por Brian Hale, porta-voz do Gabinete do Diretor das Informações Nacionais. Hale referia-se assim à conclusão, divulgada em janeiro de 2017, pela Agência Central de Informações (CIA, na sigla em Inglês), Agência de Segurança Nacional (NSA) e polícia federal (FBI).

A defesa da avaliação feita pela comunidade dos serviços de informações é feita em resposta aos comentários do congressista republicano Mike Conaway que lidera a investigação à alegada interferência russa pela comissão de Informações da Câmara de Representantes.

Conaway, eleito pelo Estado do Texas, disse na segunda-feira que os republicanos que integram a comissão não aceitam a tese de que a Rússia procurou ajudar Trump.

Lusa