Mundo

Conselheira adjunta da Segurança Nacional dos EUA demitiu-se do cargo

Twitter Marta Kosmyna

A conselheira adjunta da Segurança Nacional para a Estratégia dos Estados Unidos, Nadia Schadlow, tornou-se na terceira alta funcionária a deixar o posto desde a chegada à Casa Branca do novo conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton.

A renúncia do cargo foi apresentada ontem, noticiou esta quarta-feira a CNN, e torna-se efetiva a sua saída em 27 de abril.

"A administração agradece à doutora Schadlow pelo seu trabalho e liderança na elaboração da estratégia de Segurança Nacional do Presidente", refere a Casa Branca, num comunicado.

A demissão de Nadia Schadlow aconteceu no mesmo dia em que Tom Bossert, o principal conselheiro do Presidente norte-americano, Donald Trump, para as questões de Segurança Interna e Cibersegurança, embora a saída deste último tenha sido tornada pública.

Estas saídas somam-se às do ex-porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Michael Anton, que anunciou a sua renúncia há três dias.

Os analistas atribuem a estas três demissões a saída do general H.R. McMaster, que abandonou o cargo de conselheiro de Trump em para a Segurança Nacional na semana passada e foi substituído por John Bolton.

Na sua carta de demissão a Donald Trump, citada pela CNN, Schadlow agradece ao Presidente pela oportunidade de o ter servido e ao povo norte-americano e disse que estava "orgulhosa de ter trabalhado com H.R. McMaster e com a equipa do Conselho de Segurança Nacional".

Lusa

  • Papa Francisco - entre a vulnerabilidade de um abalo e a oportunidade de uma reforma

    Papa e a tensão na Igreja

    Não é o tempo cronológico que define Francisco, mas o tempo da oportunidade, sem necessariamente sintonizar a ação com o tempo mediático. Esta circunstância pode dar um bom enquadramento de leitura para o «escândalo» dos abusos sexuais por parte de clérigos católicos. Mas o impacto mediático gerado pelo relatório da Pensilvânia e pela carta de um arcebispo a pedir a resignação do Papa, com a visita à Irlanda como pano de fundo, acabou por criar também uma oportunidade. Os próximos meses são por isso fulcrais para atenuar os danos e reconstruir laços de confiança nas instituições. Não há folga para oportunidades desperdiçadas. A pressão é elevada. A dimensão mediática não terá sido devidamente valorizada. Francisco ficou mais exposto às críticas e aos críticos.

    Joaquim Franco

  • Piloto que morreu no Estoril terá ficado sem travões
    1:17
  • Empresa de segurança sob suspeita na Guarda
    4:47
  • O embaraço do príncipe Harry
    0:29