Mundo

Toyota vai equipar viaturas com tecnologia de comunicação com outros veículos

© Yuya Shino / Reuters

A Toyota vai começar a equipar modelos com tecnologia que permite a comunicação com outros veículos, a partir de 2021, informou esta terça-feira o seu vice-presidente do Planeamento de Produtos, Andrew Coetzee.

Esta operação visa aumentar a segurança das comunicações, prevendo a Toyota que a maior parte dos seus veículos nos EUA devem ter esta capacidade tecnológica em meados da próxima década.

A troca de sinais entre veículos pode avisar outros para situações como fortes travagens iminentes ou que um outro veículo se dirige na direção de um deles.

Coetzee adiantou que as viaturas deverão usar frequências eletromagnéticas para enviar sinais até 300 metros.

O dirigente da empresa nipónica manifestou a esperança de colaborar com outros construtores automóveis, que também estão a fazer testes destes produtos e a desenvolver padrões, para que possam comunicar.

A Toyota está a investir no sistema de travagem de emergência automático, tencionando torná-lo padrão em todos os seus modelos, com exceção de quatro.

Lusa

  • Calor vai continuar até ao final da semana
    1:18
  • Governo promete resposta firme à detenção de portugueses na Venezuela
    1:59
  • 7 M€ para projetos em prol da igualdade de género

    País

    O Governo lança hoje um programa de financiamento de projetos de conciliação e igualdade de género, no valor de sete milhões de euros, disponibilizados no âmbito do mecanismo financeiro do Espaço Económico Europeu EEA Grants 2014-2021.

  • Juiz nomeado por Trump diz que acusações de assédio sexual são "difamação" 
    1:23

    Mundo

    Há uma segunda acusação de assédio sexual contra o juíz nomeado por Donald Trump, para o Supremo Tribunal dos Estados Unidos. Uma mulher, de 53 anos, acusa Brett Kavanaugh, de a ter assediado na década de 80 quando ambos frequentavam a universidade. Tal como já tinha acontecido com a acusação anterior, tanto o juíz quanto a Casa Branca negam as alegações e dizem que é uma campanha para difamar o homem escolhido pelo presidente Trump.