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"Nenhum Governo sensato deixa de ter vários planos para vários cenários"

Tiago Petinga

O Presidente da República defendeu esta quinta-feira que a situação da Venezuela não pode ser transformada em "tema de luta partidária", salientando que "nenhum Governo minimamente sensato deixa de ter vários planos para vários cenários possíveis".

"Há contornos do tema que, por definição, não podem ser trazidos a público. Começar a pedir qual o plano para o cenário a, b, c ou d... Por definição, não se pode dizer qual é o plano, porque no dia em que se disser deixa de haver plano", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, questionado pelos jornalistas à margem da 3.ª edição da Festa do Livro em Belém.

Interrogado sobre a iniciativa do CDS-PP, que enviou esta quinta-feira um conjunto de perguntas ao ministro dos Negócios Estrangeiros sobre a situação dos portugueses na Venezuela e vai apresentar um "plano de emergência" no parlamento, o chefe de Estado respondeu apenas que "nenhum Governo minimamente sensato deixa de ter vários planos para vários cenários possíveis".

O Presidente da República assegurou que tem acompanhado "desde sempre" a situação dos portugueses na Venezuela, tal como outros casos relacionados com cidadãos nacionais espalhados pelo mundo.

Em entrevista à Rádio Renascença, hoje divulgada, Marcelo Rebelo de Sousa já tinha pedido aos partidos para evitarem usar a situação naquele país como arma de arremesso durante a campanha eleitoral.

"Para alguns, pode ser muito interessante, erradamente, começar a berrar em torno disso, mas podem prejudicar os nossos compatriotas que lá estão. O que tem que ser feito, tem que ser feito de uma forma que não é pública", alertou.

A Venezuela enfrenta uma grave crise política, económica e social, que, segundo dados não oficiais, levou mais de 2,5 milhões de venezuelanos a abandonar o país, escapando da crise.

Lusa

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