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Tribunal japonês prolonga detenção de ex-presidente da Nissan por mais dez dias

O presidente executivo da Renault afirmou que apesar do mercado europeu cair 3% nas vendas este ano a Renault não vai fechar nenhuma fábrica em França (Reuters/Arquivo)

© Julien Muguet / Reuters

Ghosn juntamente com outro executivo, Greg Kelly, foi detido a 19 de Novembro.

Um tribunal japonês anunciou hoje ter prorrogado o prazo da detenção por mais 10 dias do ex-presidente da Nissan Carlos Ghosn, noticiaram os jornais nipónicos.

O Tribunal Distrital de Tóquio informou afirmou ter aceitado o pedido dos procuradores do Ministério Público para manter até 11 de janeiro, de forma a encontrarem mais provas para uma nova acusação.

Os promotores consideram que precisam de mais tempo para decidirem se vão acusar, ou não, Carlos Ghosn, de uma suposta violação de confiança agravada que terá resultado em perdas de 1,85 mil milhões de ienes (14,5 milhões de euros) em 2008 à Nissan.

As duas acusações anteriores apontavam para a tentativa de Ghosn em esconder rendimentos das autoridades que negociou com a Nissan Motor a partir de 2011 e que, segundo a imprensa local, esperava receber assim que deixasse as suas funções à frente da empresa japonesa.

Lusa

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