País

Dois dos 17 condenados pelo Banco de Portugal gerem fundos do Ministério das Finanças

Dois dos 17 condenados pelo Banco de Portugal no processo BPN exercem funções de direção no Estado e têm responsabilidades na gestão de fundos públicos que ficaram fora da privatização do banco.

Na semana passada, foramproibidos de exercer cargos em instituições financeiras durante cinco anos emultados com valores dos 350 mil aos 200 mil euros. Segundo a edição de hojedo semanário Expresso, os dois condenados são diretores na Parvalorem, umaempresa criada para receber os serviços centrais do BPN e os créditosmal-parados do banco. Os condenados ainda podem recorrer da decisão.

O processo envolvia 23responsáveis do banco, acusados de várias infrações graves, como gestãoruinosa, realização fraudulenta de capital social, falsificação dacontabilidade ou prática não autorizada de operações.

Dos 23 acusados, só seisforam absolvidos. Os outros 17 arguidos foram condenados pelo Banco de Portugala multas que atingem quase 10 milhões de euros. Os dois condenados quecontinuam a exercer cargos de direção de ativos do Estado são Armando Pinto,que era administrador e diretor de contencioso do BPN, e Jorge Rodrigues, queera diretor de auditoria.

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