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Licença para furar ao largo de Aljezur suscita perguntas do Bloco ao Governo

Licença para furar ao largo de Aljezur suscita perguntas do Bloco ao Governo

O Bloco de Esquerda quer saber com que fundamento a ministra do Mar anunciou em setembro do ano passado que o furo ao largo de Aljezur se iria realizar este ano. O título atribuído em janeiro ao consórcio ENI/GALP, para fazer um furo de prospeção de petróleo, já tinha suscitado crítica unânime das associações cívicas e dos autarcas dos municípios abrangidos que se opõem à prospeção e exploração de petróleo em terra e no mar.

  • Ministra do Mar remete explicações sobre furo ao largo de Aljezur para Economia
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    À margem da apresentação do roteiro para uma estratégia industrial das energias renováveis oceânicas, esta terça-feira em Lisboa, a ministra do Mar disse à SIC que "a nossa prioridade, do Governo e do Ministério do Mar, em termos de energias oceânicas são as energias renováveis". Ana Paula Vitorino recusou contudo explicar os pormenores do processo, remetendo mais esclarecimentos para o ministro da Economia.

  • Bloco quer esclarecimentos do Governo sobre prospeção de petróleo ao largo de Aljezur

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    O Bloco de Esquerda pediu esta semana esclarecimentos aos ministérios do Mar e da Economia, sobre a prospeção de hidrocarbonetos ao largo de Aljezur. O grupo parlamentar bloquista quer saber com que fundamento a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, anunciou numa conferência nos EUA, em setembro do ano passado, que a prospeção começaria em 2017. Nessa altura, o prazo da concessão "Santola" de prospeção e pesquisa de petróleo na bacia do Alentejo, a realizar pelo consórcio ENI / Galp, terminava no final de 2016.

  • Papa Francisco - entre a vulnerabilidade de um abalo e a oportunidade de uma reforma

    Papa e a tensão na Igreja

    Não é o tempo cronológico que define Francisco, mas o tempo da oportunidade, sem necessariamente sintonizar a ação com o tempo mediático. Esta circunstância pode dar um bom enquadramento de leitura para o «escândalo» dos abusos sexuais por parte de clérigos católicos. Mas o impacto mediático gerado pelo relatório da Pensilvânia e pela carta de um arcebispo a pedir a resignação do Papa, com a visita à Irlanda como pano de fundo, acabou por criar também uma oportunidade. Os próximos meses são por isso fulcrais para atenuar os danos e reconstruir laços de confiança nas instituições. Não há folga para oportunidades desperdiçadas. A pressão é elevada. A dimensão mediática não terá sido devidamente valorizada. Francisco ficou mais exposto às críticas e aos críticos.

    Joaquim Franco

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