País

Resultados das análises às amostras recolhidas na Celtejo não vão ser divulgados 

A Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) informou esta sexta-feira em comunicado que foi notificada pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Castelo Branco, de que todos os elementos no âmbito do processo de inquérito-crime sobre a poluição no Tejo estão "sujeitos a segredo de justiça".

Em nota enviada à comunicação social, esta sexta-feira, a IGAMAOT diz que todas as pessoas envolvidas no processo estão impedidas de "divulgar quaisquer informações, designadamente elementos de prova, resultados de análises ou de outras quaisquer diligências" por estarem abrangidos pelo segredo de justiça.

Esta segunda-feira, na apresentação pública dos resultados das análises às amostras recolhidas nas Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) municipais de Mação e Abrantes e das ETAR das empresas Navigator e Paper Prime, localizadas em Vila Velha de Ródão, o inspetor-geral do Ambiente, Nuno Branza, disse que os resultados das análises às amostras recolhidas na Celtejo deveriam ser conhecidos na próxima semana.

A IGAMAOT só conseguiu recolher as amostras na Celtejo à quarta tentativa, depois de "dificuldades inéditas" que obrigaram a que a recolha de hora a hora, durante 24 horas, fosse feita manualmente.

Até ao momento, apenas foram detetados incumprimentos na ETAR de Abrantes, ainda que os resultados das primeiras análises às amostras de água e espuma recolhidas no açude de Abrantes, divulgados pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) apontem para elevados níveis de celulose e não para poluição com origem em águas residuais urbanas ou atividade pecuária.

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