País

Bombom mais caro do mundo é feito em Portugal e vai estar no Festival de Chocolate de Óbidos

Daniel's Chocolate, https://www.facebook.com/pg/gloriousbombom/about/?ref=page_internal

'Glorious' é chocolate revestido a ouro, foi vendido por 7.728 euros e é o bombom mais caro do mundo que vai mostrar-se em Óbidos, no último fim de semana do Festival Internacional de Chocolate.

Daniel's Chocolate, https://www.facebook.com/pg/gloriousbombom/about/?ref=page_internal

'Glorious', o bombom mais caro do mundo, vai estar patente ao público do Festival Internacional de Chocolate de Óbidos, nos dias 17 e 18 deste mês, naquela que é a "segunda aparição em público desde o lançamento, em 2015", disse à Lusa o mestre 'chocolatier' Daniel M. Gomes.

O bombom, único no mundo, custa 7.728 euros e é revestido a puro ouro de 23 kilates.

Ao chocolate Valrhona negro equatorial juntam-se, no interior, filamentos de açafrão, trufa branca Perigord, óleo de trufa branca, baunilha de Madagáscar, flocos de ouro... e um ingrediente secreto.

"É um produto em que procurámos os ingredientes mais caros para a sua confeção", explicou à Lusa o autor do bombom que durante cerca de um ano trabalhou na criação do bombom "exclusivo e direcionado para um mercado de luxo".

De tal forma que o 'Glorious' terá uma edição limitada de apenas mil bombons, vendidos numa embalagem que é também ela "uma obra de arte e quase como que um guarda-joias" que pode ser guardado depois de comido o bombom.

A embalagem é composta por uma base de madeira lacada a preto, com a gravação em ouro do número de série e uma campânula em cristal, revestida a milhares de cristais e pérolas Swarovski, finalizando com uma pega em fita de ouro.

A exclusividade do produto inclui "a obrigatoriedade de não divulgarmos a quem são vendidos os bombons", afirmou Daniel Gomes, revelando apenas os países onde já chegaram os 'Glorious': Emirados Árabes Unidos, Rússia, Angola e Argentina.

Em Portugal, "já houve contactos, mas ainda não foi feita nenhuma venda", disse o 'chocolatier'.

O bombom mais caro do mundo, que em Óbidos vai estar na tenda das esculturas rodeado de seguranças, é feito em Leiria, na Daniel's Chocolate, mas "guardado num local secreto" e transportado para os países onde já foi adquirido com "elevadas medida de segurança e conservação, e com todos os mecanismos de segurança ativados até que chegue à casa do cliente". E até hoje, acrescentou, "nenhum chegou partido".

O bombom em forma de diamante não é para todas as bolsas, mas, segundo Daniel, "gera toda a espécie de reações", esperando o 'chocolatier' que as opiniões de quem o vá ver se dividam entre "os que acham aceitável criar uma raridade cara e exclusiva" e os que "consideram uma extravagância um bombom poder custar mais de sete mil euros".

Mas para Daniel é um desafio ganho, que lhe valeu a entrada num mercado de luxo e "catapultou a empresa para outros mercados de gama alta".

Com embalagens exclusivas, os chocolates 'premium' do autor e a vasta gama de tabletes coloridas com fruta liofilizada, com sabores, recheios e texturas distintas, vão continuar a dar que falar, aquém e além fronteiras.

"Já lançámos um outro produto único no mundo, um bombom com recheio de vinho do Porto que está a ser vendido para mercados internacionais", e um bombom de ginja para o Festival Internacional de Óbidos e, segundo Daniel, na calha estão agora bombons exclusivos para cada zona do país.

O festival Internacional de Chocolate de Óbidos estará aberto ao público até 18 de março, de sexta-feira a domingo, na Cerca do Castelo, em Óbidos.

O bilhete de entrada geral no evento é de 6,5 euros.

Com Lusa

  • Fernando Pinto suspeito de gestão danosa
    1:28

    Economia

    Fernando Pinto foi constituído arguido por suspeitas de gestão danosa. O processo está ligado à compra da VEM - a Varig Engenharia e Manutenção no Brasil - e envolve outros cinco membros da equipa do ex-presidente da TAP, que diz aguardar serenamente o desfecho do processo, uma vez que ainda não existe acusação.

  • Justiça investiga "saco azul" no Sporting de Braga
    1:31

    Desporto

    A justiça estará a investigar um alegado "saco azul" no Sporting Clube de Braga. A imprensa de hoje avança que o Ministério Público abriu um inquérito-crime. Em causa estarão alegadas faturas falsas e pagamentos sem fatura. O Braga reage em comunicado. Associa a notícia a "factos falsos" imputados à SAD pelo antigo diretor geral, João Gomes, que o clube acusa de chantagem e tentativa de extorsão.

  • O embaraço do príncipe Harry
    0:29