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Políticas e militares em vigília por tempo indeterminado contra congelamento das carreiras

Políticas e militares em vigília por tempo indeterminado contra congelamento das carreiras

Polícias e militares estão em vigília por tempo indeterminado contra o congelamento das carreiras, junto ao Palácio de Belém, em Lisboa. Dizem que até agora não houve negociações com os Ministérios da Administração Interna e da Defesa e, por isso, pedem a Marcelo Rebelo de Sousa que pressione o Governo a cumprir a lei. Os sindicatos exigem ainda a contagem do tempo em que as carreiras estiveram congeladas, entre 2011 e 2017, como está previsto no Orçamento do Estado.

  • Polícias e militares em vigília sem data para terminar
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    País

    O congelamento das carreiras profissionais das Forças Armadas uniu polícias e militares que a 02 de maio iniciam uma vigília de protesto sem data para terminar e vão participar na manifestação do 25 de abril em Lisboa e no Porto. Numa conferência de imprensa que juntou a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, a Associação dos Profissionais da Guarda, a Associação Nacional de Sargentos, Associação de Oficiais das Forças Armadas e Associação de Praças, a Associação Nacional de Sargentos da Guarda e o Sindicato Independente dos Agentes de Polícia, as forças de segurança e militares das Forças Armadas deixaram ao governo vários avisos ao governo: reunir só para proletar a situação e a vigília "não tem data para terminar" porque depende "da postura do Governo em querer resolver esta questão" que passa pelo descongelamento das carreiras, como está previsto no Orçamento do Estado de 2018.

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    O Governo lança hoje um programa de financiamento de projetos de conciliação e igualdade de género, no valor de sete milhões de euros, disponibilizados no âmbito do mecanismo financeiro do Espaço Económico Europeu EEA Grants 2014-2021.

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    Há uma segunda acusação de assédio sexual contra o juíz nomeado por Donald Trump, para o Supremo Tribunal dos Estados Unidos. Uma mulher, de 53 anos, acusa Brett Kavanaugh, de a ter assediado na década de 80 quando ambos frequentavam a universidade. Tal como já tinha acontecido com a acusação anterior, tanto o juíz quanto a Casa Branca negam as alegações e dizem que é uma campanha para difamar o homem escolhido pelo presidente Trump.