País

Alfama vence novamente as Marchas Populares de Lisboa

ANT\303\223NIO COTRIM

A marcha de Alfama venceu novamente as Marchas Populares de Lisboa, anunciou hoje a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), responsável pela organização da iniciativa.

Tal como no ano passado, o segundo lugar foi atribuído à marcha do Bairro Alto e o terceiro à marcha da Madragoa.Este ano, as Marchas Populares de Lisboa celebravam os 120 anos do nascimento do ator lisboeta Vasco Santana (1898-1958).

Segundo a EGEAC, as marchas foram avaliadas com uma pontuação de 0 a 20 e em dois momentos. Primeiro, na Altice Arena, nos dias 01, 02 e 03 de junho, e na Avenida da Liberdade, na passada noite de Santo António.

As categorias avaliadas foram as de Melhor Coreografia, Cenografia, Figurino, Letra, Musicalidade, Composição Original e Desfile da Avenida.A marcha de Alfama destacou-se "sozinha" em várias categorias, como coreografia, musicalidade e melhor composição original, com a canção de Alfama, indicou a EGEAC.

A marcha vencedora deste ano, que repete o feito pela terceira vez consecutiva, partilhou a vitória nas categorias de melhor figurino com o Bairro Alto e Carnide, e a de melhor letra com Madragoa.

Alcântara venceu na categoria de cenografia e as marchas do Bairro Alto e da Madragoa venceram na categoria de desfile da avenida, anunciou a EGEAC.A 86.ª edição das Marchas Populares de Lisboa contou com a participação de 23 marchas: São Vicente, Alfama, Olivais, Marvila, Ajuda, Lumiar, São Domingos de Benfica, Alcântara, Benfica, Belém, Boavista, Madragoa, Mouraria, Bica, Graça, Bela-Flor Campolide, Carnide, Castelo, Penha de França, Campo de Ourique, Alto do Pina, Bairro Alto e Santa Engrácia. Este ano, a iniciativa conta com a marcha convidada de Vila da Lousã.

Lusa

  • Marchas representam a "vivacidade da capital"
    1:14

    País

    O Presidente da República esteve no desfile das marchas populares, na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Marcelo Rebelo de Sousa diz que o evento representa a vivacidade da capital e rejeita a ideia de que as marchas estão a perder participantes.