País

Algarve com dois pontos de apoio aos animais afetados

MIGUEL A. LOPES

A Ordem dos Médicos Veterinários divulgou esta quarta-feira os pontos de apoio aos animais vítimas do incêndio que lavra desde sexta-feira em Monchique, no distrito de Faro (Algarve), e que já provocou 32 feridos.

Em comunicado, a Ordem informa que os serviços regionais da Direção Geral de Alimentação e Veterinária, no edifício DRAPAL, no Patacão, em Faro, e os serviços médico-veterinários de Portimão, na Estrada do Poço Seco, estão disponíveis para entrega de material.

Questionada pela Lusa, fonte da Ordem dos Médicos Veterinários indicou que podem ser entregues analgésicos e anestésicos, agulhas e seringas, compressas, alimentos, baldes e alguidares, entre outros.

A mesma fonte acrescentou que estes locais "estão preparados para apoiar qualquer necessidade médico-veterinária".

A nota avança ainda que foi criado o e-mail monchique@dgav.pt, "para onde devem contactar aqueles que pretendam dar o seu contributo ou indicar-se disponíveis".

"Neste momento, a resposta de apoio a animais está controlada. A Ordem dos Médicos Veterinários continuará a fazer o levantamento das necessidades no terreno, sendo que alguns dos locais ainda se encontram inacessíveis por razões de segurança", refere o comunicado.

A Ordem dos Médicos Veterinários destaca também a importância de uma colaboração eficiente, em articulação com as autoridades competentes, neste cenário de "catástrofe".

O incêndio rural deflagrou na sexta-feira à tarde em Monchique, no distrito de Faro, e lavra também nos concelhos vizinhos de Portimão e Silves.Segundo um balanço feito hoje de manhã, há 32 feridos, um dos quais em estado grave (uma idosa internada em Lisboa), e 181 pessoas mantêm-se deslocadas, depois da evacuação de várias localidades.

De acordo com o Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais, as chamas já consumiram mais de 21.300 hectares. Em 2003, um grande incêndio destruiu cerca de 41 mil hectares nos concelhos de Monchique, Portimão, Aljezur e Lagos.

Na terça-feira, ao quinto dia de incêndio, as operações passaram a ter coordenação nacional, na dependência direta do comandante nacional da Proteção Civil, depois de terem estado sob a gestão do comando distrital.

Lusa

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