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Concluída limpeza de lixo há 5 anos no complexo do Cachão

Concluída limpeza de lixo há 5 anos no complexo do Cachão

Foi concluída a operação de remoção das 5 toneladas de detritos de plástico que há mais de 5 anos estavam depositadas no antigo Complexo do Cachão, em Mirandela. O lixo acumulado deu origem a dois incêndios e a muitos protestos por parte da população.

  • Continua por remover maior parte dos detritos dos incêndios no complexo do Cachão
    3:40

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    Um ano e meio depois do último incêndio no Complexo Industrial do Cachão, que destruiu dois armazéns que serviam de depósito a toneladas de resíduos plásticos, ainda não foram retirados todos os detritos. A coordenadora do Bloco de Esquerda, que visitou o local, criticou a lentidão do processo e vai exigir ao Governo a requalificação ambiental da zona.

  • Complexo do Cachão abandonado
    4:53

    País

    Os dois incêndios que destruíram vários pavilhões do Cachão puseram a nu a realidade que se vive atualmente no antigo Complexo Agroindustrial. No espaço moribundo e exposto à poluição restam pouco mais de meia dúzia de pequenas empresas com cerca de 100 trabalhadores. Mas nos anos 60 e 70, o Complexo do Cachão foi o maior polo de desenvolvimento do nordeste Transmontano. Na altura, empregava mais de 3 mil pessoas.

  • Seis meses após o incêndio, fumo continua a sair do Complexo do Cachão
    3:51

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    Seis meses depois do incêndio, o Complexo Industrial do Cachão em Bragança continua transformado num depósito de lixo. A empresa proprietária dos armazéns ainda não retirou os detritos que continuam em combustão. Os habitantes da aldeia queixam-se da poluição a que estão expostos e receiam um novo incêndio.

  • Fumo continua a sair dos escombro do incêndio no Cachão
    3:55

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    Depois de três semanas do incêndio que destruiu dois armazéns com resíduos plásticos no Cachão, em Mirandela, ainda há fumo a sair dos escombros. Os habitantes da aldeia queixam-se da poluição a que estão expostos. Exigem a remoção imediata de todos os resíduos existentes nas instalações. A empresa Mirapapel, responsável por armazenar o material no local, ignorou várias ordens para o retirar e já foi alvo de processos de contra-ordenação pelo exercício não licenciado de gestão de resíduos.