Pequenas Grandes Histórias

Pequenas Grandes Histórias

  • Está calor: vamos dormir no supermercado?
    1:37

    Mundo

    A onda de calor que assolou o norte da Europa deixou a Escandinávia sem saber o que fazer. Habituados ao frio, os países nórdicos têm sistemas de aquecimento, mas não de arrefecimento. Ar condicionado só se encontra praticamente nos edifícios comerciais e públicos. Daqui surgiu a ideia de um supermercado de albergar os clientes durante a noite do último fim de semana. Uma iniciativa que foi um sucesso, com direito a ceia e pequeno almoço.

  • Vamos voar como o Homem de Ferro, com um fato a jato?
    3:04

    Pequenas grandes histórias

    Já se imaginou a voar como o Homem de Ferro, sem asas? Já é possível com a tecnologia desenvolvida pelo britânico Richard Browning que inventou um fato com cinco micromotores a jato que já bateu o recorde do Guinness. Esta quarta-feira apresentou o mais recente modelo, em frente à loja de Londres onde, se quiser, pode fazer a sua encomenda.

  • Ser cego e ver o Mundial? Como dois colombianos criaram um "Braille futebolês"
    1:40

    Desporto

    Imagine ser cego e querer ver o mundial de futebol da Rússia. Não só é possível como "já está em campo" na Colômbia, onde dois amigos criaram uma linguagem única, fora das quatro linhas. Uma espécie de "Braille futebolês" que já foi testado no último Colômbia-Polónia. Já sabe o resultado, mas veja a estratégia neste vídeo.

  • O salto de 538 metros que acabou na prisão
    1:03

    Pequenas grandes histórias

    O desportista russo Alex Pykhov foi detido pela polícia chinesa durante dez dias, depois de ter saltado de paraquedas do topo arranha-céus mais alto de Pequim, o Citic que ainda nem sequer foi inaugurado e já é um símbolo do poderio económico da China. Veja aqui as imagens do voo de 538 de altura, publicado na internet pelo próprio Alex Pykhov.

  • Dezenas em protesto contra a morte de um homem nos EUA que carregava um cano que parecia uma arma
    1:03

    Pequenas grandes histórias

    Um homem de 34 anos foi morto pela polícia com 10 tiros. Carregava um cano que foi confundido com uma arma. A polícia foi chamada ao local e atirou a matar. Só mais tarde as autoridades perceberam que se tratava de um cano. Imagens de videovigilância captaram o momento em que o homem aponta a "arma" contra quem passava na rua. O homem era conhecido no bairro e sofria de uma doença mental. Este é o mais recente de uma série de episódios de violência policial nos EUA.