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E se fosse consigo?
Da autoria da jornalista Conceição Lino, testa a capacidade de intervenção dos portugueses na defesa do outro, a partir de situações ficcionadas. Até que ponto dizemos não à intolerância, ao preconceito, à violência?
2ª SÉRIE
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1ª SÉRIE
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Violência doméstica: "Passaste por isso porque quiseste!"
04.06.2016 às 10h55
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Os jovens e o álcool: "os meus pais sabem e não se preocupam nada"
28.05.2016 às 10h01
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Sozinha e feliz aos 86 anos? E se fosse consigo?
21.05.2016 às 10h00
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Mais de 16% dos portugueses dizem que são racistas
16.04.2016 às 10h30
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Últimas
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"Tive a sorte de juntar excelentes profissionais e isso é o motor maior"
Da autoria da jornalista Conceição Lino, testa a capacidade de intervenção dos portugueses na defesa do outro, a partir de situações ficcionadas. A primeira contou com a participação de vários profissionais da SIC.
30.12.2017 às 17h00
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"Há pais que ainda não aceitam os filhos como eles são"
"E Se Fosse Consigo" sobre Homfobia ganhou o Prémio Arco-Irís e uma Menção Honrosa do Prémio Cáceres Monteiro. Conceição Lino, autora do programa destaca a importância do programa e lembra que há ainda pais com muita dificuldade em lidar com a homossexualidade.
30.12.2017 às 17h00
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4:38“Uma mulher assediada pelo chefe tem muita dificuldade em fazer queixa dele"
Para Carla Macedo, editora executiva do site Delas.pt, o assédio no local de trabalho revela sobretudo a interpretação que a mulher e o homem fazem do seu papel de paridade e de igualdade. Para quem é incomodado na rua, Carla Macedo considera que, com a mudança da lei, já existe uma “clara definição de que o assédio sexual não é um comportamento socialmente aceitável“.
22.11.2017 às 16h32
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5:26"Não é correto dizer-se que houve criminalização do piropo"
A alteração da lei sobre importunação sexual feita em 2015 não veio definir com exatidão a diferença entre um comentário rude e uma proposta de teor sexual, "o que temos hoje é uma lei que não é carne nem é peixe", diz André Lamas Leite. Para o professor de Direito, o que leva muitos homens a ter esse tipo de comportamentos é o desejo de mostrarem a sua virilidade perante os outros e as mulheres são as principais vítimas. "O que faz falta é o respeito pela igualdade", pela liberdade dos outros.
22.11.2017 às 16h30
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2:05Maioria das queixas de importunação sexual não resultam em nada. E se fosse consigo?
A lei de importunação sexual que previa punição para atos exibicionistas e contacto de natureza sexual forçado foi alterada em 2015. Passou a incluir "propostas de teor sexual". No ano passado, foram instaurados mais de 700 inquéritos. Só 75 resultaram em acusações. Este ano, até setembro, existiam mais de 625 inquéritos, apenas 66 deles com acusações. O crime dá prisão até um ano ou até 3 se envolver menores de 14 anos. O que se verifica é que a esmagadora maioria das queixas de importunação sexual não resultam em nada.
22.11.2017 às 11h52
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5:30"Não é suposto uma criança de 13 anos ouvir isto"
Segundo estudos da comissão Europeia, mais de 50% das mulheres da Europa já foram vítimas de assédio sexual. Paula Cosme Pinto conta que, aos 13 anos, o que ouviu deixou-lhe marcas. Sentiu culpa, sentiu-se mal com o corpo e acredita que as memórias desse momento ainda têm influência na vida dela mesmo depois dos 30. A criadora do blogue “A Vida de Saltos Altos” acredita que a alteração da lei feita em 2015 veio proteger as mulheres, porque "os agressores não podem sair impunes”.
22.11.2017 às 9h33
- 5:53
Lucy Pepper relembra episódios de assédio por que passou enquanto jovem
Lucy Pepper, colunista, relembra episódios de assédio por que passou enquanto jovem, antes de viver em Portugal. Hoje, mais de vinte anos depois, a colunista compara essa realidade com a da filha de 18 anos e diz que os assediadores são de todas “as idades e profissões” desde o homem das obras ao médico.
21.11.2017 às 19h39
- 5:55
"O que me agrada é que cada vez menos as pessoas toleram estas coisas”
Em Portugal, as mulheres são as principais vítimas de assédio no trabalho. Quem assedia são sobretudo homens. Os dados constam no estudo “Assédio Sexual e Moral no Local de Trabalho”, que aponta para uma diminuição de casos nos últimos anos. Para Anália Torres, investigadora do CIEG e coordenadora do estudo, os 14% de situações identificadas ainda são mais elevados do que a média da Europa. “Em Portugal, tem havido muita tolerância mas o que me agrada ultimamente é que cada vez menos as pessoas toleram estas coisas”.
21.11.2017 às 18h30
- 1:03
Quando uma mulher ou uma rapariga anda sozinha na rua, o que acontece?
Acompanhámos uma jovem durante algumas horas para perceber a que tipo de situações está sujeita no dia a dia, entre olhares e abordagens de desconhecidos. Olhares são olhares. Para quem olha pode não ter mal, para quem se sente observado será assim?
21.11.2017 às 18h12
- 3:06
“Eram piropos do mais obsceno que possa existir”
Em plena rua, Ricardo Moreira foi testemunha da abordagem abusiva de um grupo de homens a cada mulher que passava. Decidiu denunciar o comportamento num telefonema à PSP. Descreveu a situação a um primeiro agente que o encaminhou para um segundo mas nenhum deles pareceu que estivesse "especialmente interessado". Ricardo Moreira não desistiu, explicou uma, duas, três vezes, o que se estava a passar, até que a queixa foi ouvida.
21.11.2017 às 17h25