E se fosse consigo?

“Olham-nos como um estorvo, somos o lixo da sociedade”

“Olham-nos como um estorvo, somos o lixo da sociedade”

João Nobre fala com mágoa dos que mudavam de passeio quando se cruzavam com ele. Filho mais novo de uma família que lhe deu “uma educação espetacular”, ainda hoje não consegue explicar o caminho que seguiu. Dos primeiros consumos na adolescência às drogas duras foi um salto. Perdeu trabalhos, perdeu oportunidades, perdeu teto, ganhou a rua. Diz que se sentiu abandonado, tentou esticar a mão mas não havia ninguém do outro lado. Sobrou a irmã, “que nunca o abandonou”.

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