Grande Reportagem SIC

"O Mal Entendido: as doenças a que chamamos cancro" - capítulo 1 - Não há doenças, há doentes

"O Mal Entendido: as doenças a que chamamos cancro" - capítulo 1 - Não há doenças, há doentes

A SIC estreou no dia 8 de Maio, no Jornal da Noite a primeira de cinco Grandes Reportagens sobre a doença que mais tem aumentado no mundo. O cancro já foi uma inapelável sentença de morte e ainda é em tantos casos, mas evolui cada vez mais para doença crónica, possível de controlar. Ainda causa um sofrimento indizível, sim, mas a taxa de cura é cada vez mais animadora. É palavra que ainda custa pronunciar, mas é também no falar que começa o combate e a prevenção. Procuramos resposta para as grandes perguntas, por exemplo, o que é o cancro ou como chegamos aos tratamentos mais avançados, e a que preços. Neste primeiro capítulo, cruzam-se duas viagens: a da ciência e a de um homem a quem aos 35 anos diagnosticaram um cancro.

O que é o cancro? Qual é a importância da relação entre médico e doente? Como se lida com a notícia e com a incerteza? Que caminhos se trilham nos laboratórios? Como enfrentar a escalada de preços dos novos medicamentos? Como garantir que todos teremos acesso aos melhores tratamentos? O que sabemos já sobre prevenção? O que podemos fazer, enquanto sociedade, para reduzir o enorme impacto da doença oncológica?

Conduzidos por quem vive a doença, por quem a trata e por quem a investiga, procuramos respostas para as grandes perguntas sobre a doença que mais tem aumentado em todo o mundo.

"O mal entendido: as doenças a que chamamos cancro" é um trabalho de Miriam Alves, Rogério Esteves, Rui Berton e Diana Matias, com grafismo de Paulo Alves e Rui Aranha e ilustrações de António Jorge Gonçalves.

  • "O Mal Entendido: as doenças a que chamamos cancro"
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    Grande Reportagem SIC

    Na próxima década, metade da população portuguesa terá uma doença oncológica. Mas o cancro será, cada vez menos, uma doença mortal. A medicina e a ciência avançam no diagnóstico, no tratamento e na prevenção. Se aplicássemos o que já sabemos sobre prevenção e diagnóstico precoce, a mortalidade por cancro reduziria mais de 50%. Entender melhor as muitas doenças a que chamamos cancro é um ponto de partida.

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