A Ruína

"Tiraram-me tudo na vida"

"Tiraram-me tudo na vida"

Gracinda Alves emigrante em França desde 1963. Perdeu 373 mil euros com o colapso do Novo Banco. Assinou o acordo com a instituição e até agora recebeu pouco mais de 800 euros. Gracinda Alves é uma das protagonistas do 3.º episódio da Grande Reportagem da SIC "A Ruína - Gato Escaldado".

A equipa de jornalistas da SIC que realizou a série de Grande Reportagem “Assalto ao Castelo” regressa com "A Ruína". O fio condutor é, de novo, o universo BES.

"A Ruína" detalha a forma como o banco de Ricardo Salgado conseguiu convencer 8 mil emigrantes a comprarem 723 milhões de euros de ações preferenciais de veículos financeiros esculpidos pelo BES. A dar fortes sinais de contaminação pelo peso da dívida das empresas do grupo Espírito Santo desde 2009, o banco viu-se forçado a encontrar formas rápidas de gerar liquidez. Entre 2012 e 2014 os emigrantes, financeiramente iletrados, foram o alvo. E o BES vendeu-lhes títulos de dívida do banco e das empresas falidas do grupo que só poderiam ser transformados em dinheiro em 2047 - 2051. Que esquema inventou o BES para convencer estes 8 mil emigrantes a investirem no risco e no incerto?

Veja o Episódio 3 – “Gato Escaldado", na próxima quinta-feira, no Jornal da Noite da SIC.

  • "Gosto muito de Portugal, mas estou muito magoada"
    0:41

    A Ruína

    Grancida Alves tem 82 anos. Emigrou para França há mais de 50 anos. Trabalhou no consulado português entre 1963 e 2003. O dinheiro que foi amealhando ao longo dos anos perdeu-se com a ruína do BES. Hoje vive sozinha nos arredores de Paris. Vamos conhecê-la no 3.º episódio da Grande Reportagem "A Ruína - Gato Escaldado".

  • A Ruína - Episódio 2: Justiça Cega
    32:18

    Grande Reportagem SIC

    Neste episódio da Grande Reportagem que mergulha no escândalo do BES, é detalhado o peso na justiça de uma marca arruinada. Os emigrantes lesados que perderam as poupanças no banco de Ricardo Salgado perdem, igualmente, os processos nos tribunais cíveis. Mais um passo na viagem interminável de uma queda...

  • A revolta dos emigrantes lesados do BES perante a (in)justiça
    0:51

    A Ruína

    A Justiça portuguesa não dá razão aos lesados do BES. Os juízes do Tribunal Cível de Lisboa negam indemnizações aos emigrantes. Entendem que as poupanças não transitaram para o Novo Banco e que os lesados não têm direto de as recuperar. António Ferreira Fernandes é um dos emigrantes a quem foi negado esse direito. Vamos conhecê-lo no 2.º episódio da Grande Reportagem "A Ruína- Justiça Cega", esta quinta-feira no Jornal da Noite.

  • BES: um pesadelo na justiça
    2:55

    A Ruína

    Há 24 mil credores a reclamarem créditos no Tribunal do Comércio. Os tribunais de todos os ramos da justiça não têm resposta para este caos. Os emigrantes estão a recorrer à justiça, sobretudo aos tribunais cíveis. Em vão. Os tribunais negam as indemnizações aos emigrantes. As decisões da justiça têm como base decisões do Banco de Portugal que entendem que as poupanças não transitaram para o Novo Banco e por isso, os lesados não têm o direito de as recuperar. Nesta reportagem contamos o caso de António Ferreira Fernandes na barra do tribunal. Um excerto da "Justiça Cega", o segundo episódio da Grande Reportagem "A Ruína" que será emitida na próxima quinta-feira, no Jornal da Noite.

  • A Ruína - Episódio 1: O Conto do Vigário
    35:28

    Grande Reportagem SIC

    Oito mil emigrantes financeiramente iletrados compraram 723 milhões de euros de ações preferenciais acreditando estar a colocar o dinheiro (as poupanças de uma vida) na segurança de depósitos a prazo. Foram enganados e a Grande Reportagem explica que estratagema usou o Banco Espírito Santo para os enganar. Em Portugal e Paris, a SIC mostra os casos e conta as histórias dos lesados do BES que perderam tudo.

  • Polémica na cirurgia do hospital da Guarda
    3:38

    País

    O diretor de cirurgia do Hospital da Guarda está debaixo de fogo por escolher as próteses de um laboratório de que é consultor, no tratamento de hérnias inguinais. O médico Augusto Lourenço justifica a opção, dizendo que por culpa da administração, não há concursos públicos para a aquisição de material cirúrgico.

  • E de nós, quem cuida?
    23:13
  • Pais e irmãos separados há 40 anos nos Açores continuam à procura dos que partiram
    7:07
  • "O dinheiro era dos dois": Maria Leal reage às acusações de Francisco
    9:51
  • Portugueses marcham em Londres contra o Brexit
    2:05
  • Arábia Saudita confirma morte do jornalista, Trump acredita mas resto do mundo pede responsabilidades
    2:02