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Perfil

  • UGT reivindica que salário mínimo ultrapasse os 600€
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    Economia

    O secretário-geral da UGT reivindica que até 2019 o salário mínimo nacional ultrapasse os 600 euros. Este sábado, num congresso distrital na Guarda, Carlos Silva considerou que o Governo tem condições para ir mais além e voltou a defender que para o próximo ano o patamar mínimo para a negociação deve ser os 585 euros.

  • 950 militares cercam a Rocinha, no Rio de Janeiro
    2:36
  • Franceses em protesto contra reformas de Macron
    1:04
  • Tony Carreira em Paris com sala cheia
    2:36

    Cultura

    O cantor Tony Carreira actuou ontem em Paris e teve sala cheia a aplaudir os temas que o tornaram conhecido há quase 30 anos. As recentes acusações de plágio não parecem afectar a popularidade do artista, que vai continuar em tournée. A Sic acompanhou o artista neste concerto.

  • Marcelo Rebelo de Sousa avisou que depois das autárquicas viria um novo ciclo. A lógica levou-nos a assumir que estava a falar do PSD, mas hoje, olhando para a situação política, devemos também incluir nessa previsão a “geringonça” e os seus equilíbrios. Não acredito que as coisas mudem até às legislativas, mas as contas só se fazem depois dos votos das autárquicas. Até lá, o tom de voz das esquerdas vai engrossar.

    Bernardo Ferrão

  • "O que Centeno disse ontem não vale hoje"
    3:29
  • "BE e PCP não podem estar contra um Orçamento desta natureza"
    25:15

    Opinião

    Luís Marques Mendes analisa, no habitual espaço de comentário no Jornal da Noite de domingo, a intenção do Governo de proibir jogos de futebol em dia de eleições autárquicas, a polémica sobre a casa de Fernando Medina em Lisboa, o apelo do Governo para um consenso social e político, a saída de Portugal do "lixo", as declarações de Jerónimo Sousa sobre a "geringonça", a entrevista de António Costa ao Diário de Notícias e o futuro da EDP.

    Luís Marques Mendes

  • Esquerda, volver!

    Em junho "desapareceram" munições várias de um dos paióis de Tancos. Digo "desapareceram" porque primeiro, foi anunciado como um roubo; Depois, afinal, era apenas material obsoleto. Agora, quase quatro meses (!) depois, é o próprio ministro que admite não saber "se foi roubo". Tudo isto teria graça se fosse numa rábula dos Gato Fedorento, por exemplo. Como humor, é genial.

    Pedro Cruz