Última Edição

0
0:05

Última Edição

1
3:00

Investigação que envolve primeiro-ministro poderá ser encerrada

2
2:05

Há escolas que inflacionam notas para alunos entrarem na universidade

3
0:54

Paulo Núncio diz que receita da fiscalidade verde pode reduzir sobretaxa do IRS

4
0:33

Passos Coelho rejeita pressa na venda do Novo Banco mas adverte para riscos financeiros

5
1:25

Pesca da sardinha proibida até ao final do ano

6
1:42

Primeiro-ministro turco garante que não foi pago resgate por 49 reféns do Estado Islâmico

7
1:21

Dois mísseis terão atingido fábrica de explosivos e de munições em Donetsk

8
1:30

Centenas de apoiantes do "não" expulsaram independentistas escoceses do centro de Glasgow

9
1:26

Fumo na cabina de avião provoca pânico entre passageiros

10
4:21

Paulo Bento revela que iniciativa de sair partiu da FPF

11
0:39

Presidente do Sporting apela à calma para não "matar" a equipa

12
2:14

Luís Filipe Menezes diz-se "vítima de homicídio pessoal"

13
2:27

Roteiro cultural por Lisboa que sai de graça

23:16 21.09.2012

Viúva de John Lennon entrega  prémio pela paz às "Pussy Riot" detidas na Rússia 

REUTERS Yoko Ono, Viúva de John Lennon - Reuters

A viúva de John Lennon, Yoko Ono, concedeu  hoje, em Nova Iorque, o seu prémio pela paz intitulado "LennonOno" às três  jovens do grupo punk "Pussy Riot" atualmente presas na Rússia por terem  cantado uma 'oração' anti-Putin. 

"As 'Pussy Riot' acreditam na liberdade de expressão. Vou trabalhar  para a sua libertação imediata", afirmou Yoko Ono, ao entregar a distinção  a Piotr Verzilov, marido de Nadejda Tolokonnikova, uma das cantoras detidas.

Artista de rua, Piotr Verzilov viajou até Nova Iorque com Gera, quatro  anos, filha da sua relação com Nadejda Tolokonnikova. 

É uma honra imensa receber este prémio das mãos de Yoko Ono e de ver  pessoas do mundo inteiro saírem à rua e fazerem ouvir a sua voz para manifestar  apoio" às "Pussy Riot", disse Piotr Verzilov em inglês. 

Nadejda Tolokonnikova, 22 anos, Ekaterina Samoutsevitch, 29, e Maria  Alekhina, 24, foram condenadas a 17 de agosto a dois anos de prisão por  "vandalismo" e "incitamento ao ódio religioso", depois de em fevereiro terem  cantado uma "oração punk" na catedral do Cristo Redentor (ortodoxa) em Moscovo,  pedindo à Virgem para "afastar (o Presidente russo Vladimir) Putin" do poder.

 A polícia deteve na altura três elementos do grupo, tendo depois anunciado  que lançou uma operação para capturar duas integrantes não identificadas  do "Pussy Riot", das cinco que realizaram a apresentação punk na catedral  moscovita contra o Presidente russo. 

O grupo punk russo "Pussy Riot" anunciou, entretanto, que duas integrantes  da banda, que estão a ser procuradas pela polícia, abandonaram a Rússia  para não serem detidas no seguimento do protesto contra Vladimir Putin.

O Conselho Consultivo para os Direitos Humanos junto do Kremlin criticou  a condenação das três jovens a dois anos de prisão, considerando que uma  pena suspensa teria sido suficiente. 

A Igreja Ortodoxa russa defendeu "a clemência" em relação às três jovens  após a divulgação do veredito, sublinhando, no entanto, "não pôr em dúvida  a legitimidade da decisão da Justiça". 

O processo das "Pussy Riot" teve eco internacional e o julgamento foi  criticado no estrangeiro, onde a sentença também foi considerada "desproporcionada".

Lusa

Comentários

ATENÇÃO:ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.
Publicidade

Agora

Facebook

Mais Populares

Comentários

Publicidade

Agora

Facebook

Mais Populares

Cultura

Publicidade

Agora

Facebook

Mais Populares

CT: NEWS
X

Sabia que o seu Internet Explorer está desatualizado?

Para usufruir da melhor experiência de navegação na nossa página web recomendamos que atualize para uma nova versão. Por favor faça a atualização aqui .