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Maxi Pereira, à beira da centésima internacionalização, pouco preocupado com futuro

O futebolista Maxi Pereira, que no sábado deve cumprir a centésima internacionalização pelo Uruguai, no jogo particular contra Marrocos, afirmou hoje que não está preocupado com o seu futuro, apesar de terminar contrato com o Benfica.

© Andres Stapff / Reuters

"Não me ponho a pensar se quero jogar noutro campeonato. Estou contente por estar em Portugal, numa liga importante e muito competitiva. Sempre fui grato pelo que tenho e onde estou. No Benfica, sinto-me bem, estou confortável. Não estou preocupado com o meu futuro, estou a pensar no presente, no que tenho agora, e o futuro se verá", disse o lateral-direito.

Maxi Pereira falava em conferência de imprensa realizada numa unidade hoteleira de Vale do Garrão, em Almancil, no concelho de Loulé, onde a seleção uruguaia está a estagiar, na qual recusou abordar a atualidade encarnada.

O futebolista vai cumprir o seu 100.º jogo pela seleção no jogo particular de sábado contra Marrocos, em Agadir, no país marroquino, sendo o segundo futebolista mais internacional do seu país, só suplantado pelo avançado Diego Forlan (112), que já renunciou.

"A verdade é que nunca imaginei chegar aos 100 jogos pela seleção. É uma emoção muito grande, é muito importante, mas acho que nenhum jogador imagina que pode atingir esta marca. (...) Sinto orgulho, mas não me sinto mais especial por isso. É normal", disse o futebolista uruguaio.

O quarto lugar do Uruguai no Campeonato do Mundo de 2010, na África do Sul, "por ser a competição que é", e o triunfo na Copa América de 2011 foram os "momentos mais bonitos" de Maxi Pereira na seleção.

O jogador enumerou a sua personalidade, a sua determinação, o seu empenho e alguma sorte como os ingredientes do longo percurso da seleção, mas não esqueceu o papel importante desempenhado pelo Benfica.

"Há também a sorte de ter representado o Benfica, numa liga competitiva, que joga sempre nas competições europeias e que nos mantém a um nível alto", considerou.

O lateral-direito está também a apadrinhar na seleção de Jonathan Rodriguez, seu colega de equipa do Benfica e com quem divide o quarto no estágio.

"Ele vai dar muito à seleção, como ao Benfica. É um jogador jovem, com ganas de triunfar na Europa e dar muito à seleção. Com a experiência que vai adquirir de outros avançados mais experientes, como Luis Suárez, Cavani ou Abel Hernández, vai ser um jogador muito importante. Os mais jovens são o futuro da seleção", frisou.

Lusa
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