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Luís Figo pede mais democracia nas eleições da FIFA

O português Luís Figok, candidato às eleições da FIFA, pediu hoje que estas sejam um processo mais democrático, em declarações durante o congresso anual da CONCACAF, que decorre em Nassau, nas Baamas.

© Action Images / Reuters

"Sou um adepto incondicional da democracia. A democracia é um bem essencial das sociedades modernas. Dito isto, continuo a acreditar que as eleições para a FIFA têm de ser transparentes. Quando só uns falam e outros são silenciados, perde a democracia e perde o futebol. As eleições são, por definição, um processo democrático. Se não forem, não são eleições!", disse o ex-futebolista à margem da cerimónia de abertura do 30.º congresso da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caraíbas (CONCACAF), 

Luís Figo queixou-se ainda de não ter sido permitido aos candidatos à presidência da FIFA falar no Congresso da CONCACAF e de terem  ouvido "algumas intervenções próprias de campanha eleitoral que não estavam na ordem do dia", numa alusão às palavras de Jospeh Blatter, atual presidente e candidato a novo mandato.

"Levo apoios da América. E levo ainda matéria para ter ainda mais vontade de mudar", finalizou Figo.

As eleições da FIFA realizam-se a 29 de maio, no segundo de dois dias do congresso da FIFA, em Zurique, na Suíça.

Além de Figo, concorrem à presidência da FIFA Blatter, considerado o principal favorito à reeleição para um quinto mandato, o príncipe Ali bin Al Hussein, da Jordânia e vice-presidente do organismo para a Ásia, e Michael van Praag, líder da federação holandesa.

Lusa