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O conselho de Blatter aos políticos que querem boicotar o Mundial 2018

O presidente da FIFA, Joseph Blatter, aconselhou hoje os políticos que querem boicotar o Mundial de futebol de 2018 na Rússia a ficarem em casa.

O presidente da FIFA, Joseph Blatter.

O presidente da FIFA, Joseph Blatter.

Dmitry Lovetsky / AP

"Se alguns políticos estão descontentes (...) digo-lhes: 'Fiquem em casa, nós e a Rússia organizaremos o maior campeonato mundial de futebol de sempre", afirmou Blatter, em declarações após uma reunião com o presidente russo, Vladimir Puttin, em Sochi.

O presidente da FIFA afirmou que ao longo de 40 anos de trabalho no organismo nunca viu um país organizador que cumpra com tanta exatidão os prazos de preparação de um Mundial como a Rússia.

"No Brasil, na África do Sul, na Coreia do Sul e no Japão, e mesmo na Alemanha (países organizadores de edições anteriores do Mundial) houve problemas. Aqui tudo está fantástico", disse.

Blatter reconheceu que a situação económica é difícil, mas considerou esse problema pode ser contornado: "Já se cortou nos gastos. Precisamos de uma organização cinco estrelas, mas não de hotéis de cinco estrelas em todas as cidades-sede".

O presidente da FIFA sempre se mostrou muito crítico com os que têm apelado a um boicote ao Mundial de 2018, sobretudo devido ao conflito que opõe a Rússia à Ucrânia desde abril do ano passado.

Vladimir Puttin, também em declarações no final da reunião, garantiu que Moscovo não defraudará nem a FIFA nem os adeptos de futebol de todo o mundo. 

O orçamento para o Mundial de 2018 ronda os 664.100 milhões de rublos (cerca de 9,3 mil milhões de euros).

Lusa

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