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Selecionador italiano desvaloriza ausência de Ronaldo e odeia a palavra "derrota"

O selecionador italiano de futebol, António Conte, desvalorizou hoje a ausência de Cristiano Ronaldo no encontro de terça-feira frente a Portugal e revelou que odeia a palavra "derrota", mesmo em jogos particulares.

© Antonio Bronic / Reuters

"Odeio a palavra derrota. Odeio. Os meus jogadores sabem muito bem disso. Não vejo nenhuma diferença com uma partida oficial. Quero ganhar e quero que os meus jogadores sintam o mesmo", afirmou António Conte em conferência de imprensa de antevisão do encontro que vai decorrer no Estádio de Genebra, na Suíça.

O treinador italiano considerou que o confronto com Portugal vai ser um "teste interessante" para a formação transalpina, mesmo com a ausência de Cristiano Ronaldo, que foi dispensado da seleção portuguesa após o encontro do último sábado na Arménia (3-2), de qualificação para o Euro2016. 

"Todas as equipas quem a sua própria gestão e todos os jogadores chegam ao final da temporada cansados. Mas, também, nenhuma equipa é composta por um único jogador, mesmo por Ronaldo, que é um fenómeno. Portugal tem outros grandes jogadores, jogadores de qualidade, e por isso vai ser um teste interessante", referiu.

Mesmo sendo um encontro particular e num período habitual de férias, António Conte pediu "paixão, sacrifício e entusiasmo" aos seus jogadores.

"Só jogar pela seleção é um grande estímulo e os jogadores devem sentir isso", frisou o treinador de 41 anos.

Naquele que será o 25.º jogo da história entre Portugal e Itália, o veterano guarda-redes Buffon é baixa certa na seleção transalpina, assim como o médio Daniele De Rossi, ambos devido a lesão.

Há quase 40 anos que a 'squadra azzurra' não sofre um desaire perante Portugal e venceu mesmo os últimos seis encontros perante a seleção lusa. A última derrota aconteceu em 1976, no antigo Estádio José Alvalade, por 2-1, também em jogo de preparação.

O jogo entre Portugal e Itália está agendado para as 20:30 (19:30 horas de Lisboa) e terá arbitragem do suíço Stephan Studer.







Lusa
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