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Al-Hussein defende substituição imediata de Blatter por comissão independente

O príncipe Ali bin al-Hussein defendeu hoje que Joseph Blatter, contra quem concorreu à presidência da FIFA, deve deixar já a liderança do organismo e ser substituído por uma comissão de reforma até às eleições marcadas para fevereiro.

Blatter, que poucos dias depois da eleição para um quinto mandato colocou o lugar à disposição devido ao escândalo de corrupção, assegura ser capaz de se defender sozinho. (Arquivo)

Blatter, que poucos dias depois da eleição para um quinto mandato colocou o lugar à disposição devido ao escândalo de corrupção, assegura ser capaz de se defender sozinho. (Arquivo)

© Ruben Sprich / Reuters

Em declarações à AFP, o príncipe jordano, que ainda não revelou se vai candidatar-se às próximas eleições, considerou que as reformas na FIFA estão condenadas se forem feitas por Blatter.

"Acredito que uma comissão independente, uma 'task-force', pode ajudar a implementar mudanças", defendeu.

Ali bin al-Hussein considerou que as reformas na FIFA, abalada por um escândalo de corrupção desde maio, são essenciais e devem ser feitas sem quaisquer figuras da atual gestão.

"Creio que ninguém que esteja ligado ao passado deve ficar. Eles não podem ser parte processo", afirmou o príncipe, defendendo que todos os envolvidos no escândalo de corrupção "devem ser responsabilizados pelos seus atos".

O príncipe jordano, que já criticou a candidatura de Michel Platini à FIFA, afirmou que o organismo precisa "de 'sangue novo' e ideias novas".

Ali bin al-Hussein, que na volta decisiva das últimas eleições acabou por retirar a sua candidatura, disse ainda não ter decidido se é candidato à sucessão de Blatter, que acabou por se demitir, poucos dias depois da eleição de 29 de maio.

"Honestamente, tenho estado a falar com colegas, a ouvi-los e a perceber o que querem. Mais importante do que saber quem é o presidente é ter as pessoas certas nos lugares certos".

O suíço Jospeh Blatter demitiu-se no início de junho, poucos dias depois de ter sido reeleito para um quinto mandato, tendo posteriormente o novo ato eleitoral sido marcado para 26 de fevereiro de 2016.

O atual presidente da UEFA, Michel Platini, e o empresário sul-coreano Chung Mong-joon, proprietário do grupo Hyundai, já manifestaram a intenção de se candidatar

Lusa

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