sicnot

Perfil

Desporto

Árbitro desqualifica Telma Monteiro por técnica irregular

A portuguesa Telma Monteiro foi hoje desqualificada nos Mundiais de judo, numa fase em que lutava pelo acesso ao combate pelo bronze, com os árbitros a entenderem que a campeã europeia utilizou uma técnica irregular.

Arquivo

Arquivo

© Rafael Marchante / Reuters

O combate com Sumiya Dorjsuren, terceira judoca na hierarquia mundial, tinha pouco mais de 1.20 minutos - numa fase em que a mongol já tinha recebido dois castigos - quando o árbitro desqualificou a portuguesa, por indicação dos juizes de mesa, após recurso ao vídeo.

Num ataque, Telma Monteiro falhou a projeção e tentou de imediato uma 'chave' de braço, mas os juízes consideraram que judoca do Benfica realizou a técnica de forma direta (de pé para o solo), o que é irregular e levou à sua eliminação.

Telma, de 29 anos, que chegou a esta competição como vice-campeã mundial em título, termina assim a sua participação em Astana com um sétimo lugar, uma posição aquém das quatro medalhas de prata e um bronze que já alcançou em Mundiais.

Frente a Sumiya Dorjsuren, a portuguesa, segunda do mundo, nunca tinha perdido e no pouco tempo em que esteve no 'tatami' esteve por cima, ao contrário do que tinha acontecido no combate anterior com a francesa Automne Pavia.

Aí, Telma perdeu vantagem logo aos 40 segundos, num ataque em desequilíbrio que permitiu a Pavia contra-atacar e ganhar uma vantagem que soube gerir até ao final dos quatro minutos de combate.

A participação portuguesa neste terceiro dia dos Mundiais que decorrem em Astana incluiu também André Alves e Jorge Fernandes, judocas a competirem na categoria de -73 kg e que foram afastados ao segundo combate.

Na estreia, Jorge Fernandes venceu o peruano Alonso Wong, por castigo, mas perdeu depois com o japonês Shohei One, por 'ippon', que viria a conquistar o título, enquanto André Alves venceu o costa-marfinense Rudolphe Affro, por 'yuko', e perdeu com o húngaro Miklos Ungvari, pela mesma margem.

Na quinta-feira entram em prova Ana Cachola, nos -63 kg, e Carlos Luz e Diogo Lima, nos -81 kg.

Lusa

  • As IPSS são estruturantes no país. Fazem o que Estado não faz porque não pode, não quer, ou não chega a tudo. Chama-se sociedade civil a funcionar. E o Estado subsidia, ajuda, (com)participa, apoia. Nada contra. A questão é quando as IPSS e outras instituições, fundações, associações, federações e quejandas se tornam verdadeiras "indústrias".

    Pedro Cruz

  • O ano "saboroso" de António Costa
    0:51

    País

    António Costa diz que 2017 foi um ano "saboroso" para Portugal. Num encontro com funcionários portugueses, em Bruxelas, antes do Conselho Europeu desta quinta-feira, o primeiro-ministro realçou o que o país conquistou no último ano, no plano europeu, e que culminou com a eleição de Mário Centeno para a Presidência do Eurogrupo.

  • Lince ibérico esteve à venda no OLX

    País

    Um anúncio de venda de um lince ibérico, por 1.500 euros, foi publicado esta semana no site de classificados OLX, com uma morada de Alcoutim, no Algarve. A autenticidade da publicação não foi confirmada, mas em setembro foi encontrada a coleira de um lince ibérico precisamente em Alcoutim. As autoridades estão a investigar.

    SIC

  • Estabilização dos solos nas áreas ardidas
    1:58

    País

    Está a começar uma intervenção de emergência para estabilizar os solos nas áreas ardidas nos incêndios florestais. O trabalho das equipas que estão no terreno arrancou na zona da Lousã mas vai passar por vários concelhos como Pampilhosa da Serra e Vila Real.