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Nelson Évora conquista bronze

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Nélson Évora conquistou há instantes a medalha de bronze em triplo salto nos campeonatos do mundo de atletismo em Pequim. O atleta português saltou 17 metros e 52 centímetros à última tentativa, quando estava em quarto lugar. Foi a melhor marca desde que se lesionou, há quase 3 anos.

© Kim Kyung Hoon / Reuters

© Phil Noble / Reuters

© Dylan Martinez / Reuters

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© Phil Noble / Reuters

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Num concurso ganho pelo norte-americano Christian Taylor, com 18,21, a segunda melhor marca história, somente atrás dos 18,29 de Jonathan Edwards, Nelson Évora assegurou um lugar no pódio com o seu melhor salto da temporada, depois de ter chegado a Pequim com 17,24 em 2015.

Campeão olímpico em 2008, também no Ninho de Pássaro, em Pequim, o atleta do Benfica, de 31 anos, regressa às medalhas em Mundiais depois de ter conquistado o título em 2007 e a prata em 2009.

O atleta do Benfica, atual campeão europeu, abriu o concurso com 17,28 metros e melhorou o seu melhor registo da época para 17,29 no terceiro salto, depois de um segundo ensaio nulo.

Após um quarto e quinto saltos igualmente inválidos, Nelson Évora perdeu a terceira posição para Omar Craddock, que pulou 17,37 na sua quinta tentativa, mas o norte-americano não fez melhor no derradeiro ensaio e o português saltou 17,52 metros para a medalha de bronze.

Recordista nacional, com 17,74 metros conseguidos nos Mundiais de Osaka, em 2007, Nelson Évora não ultrapassava dos 17 metros e meio desde 2009, ainda antes da lesão que o afastou dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e o manteve inativo durante quase ano e meio.

Quando fez 17,52 metros (vento: +0,3 metros/segundo), o português sabia que estava destinado à medalha de bronze, porque já só faltava saltar os grandes favoritos, o cubano Pedro Pablo Pichardo, que detinha a melhor marca da época (18,08), e Christian Taylor, campeão olímpico em título em campeão mundial em 2011, numa luta além dos 17,60.

Taylor passou para a frente ao quarto ensaio, com 17,68, que suplantava os 17,60 do cubano, e confirmou o ouro na última tentativa, com um salto 'estratosférico' de 18,21, ao qual Pichardo respondeu com 17,73, que foi o seu melhor registo da noite, mas insuficiente para chegar ao título.

Com Lusa

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