sicnot

Perfil

Desporto

Confederação Brasileira recorre do castigo a Neymar para Tribunal Arbitral do Desporto

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou hoje um recurso no Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) do castigo de quatro jogos aplicado pela Confederação sul-americana (Conmebol) e pela FIFA a Neymar.

Francisco Seco

O avançado do FC Barcelona foi punido com quatro jogos de suspensão na Copa América, após o jogo em que o Brasil perdeu com a Colômbia (1-0) e falhou depois disso o último jogo no grupo (com a Venezuela) e os quartos de final (com o Paraguai).

De acordo com o TAS, a CBF pretende revogar a decisão de Neymar falhar os dois próximos jogos oficiais do Brasil, a 08 e 13 de outubro, frente ao Chile e à Venezuela, na qualificação para o Mundial2018 de futebol.

A CBF defende que a sanção deve limitar-se à competição na qual o jogador recebeu o castigo, no caso a Copa América.

De acordo com o árbitro do jogo em que Neymar foi expulso já depois do apito final, o internacional 'canarinho' não só atirou a bola contra o jogador Pablo Armero, como tentou dar uma cabeçada a um outro adversário, além de insultar o juiz.

"Como todas as partes estão de acordo com a celeridade do procedimento, a decisão deverá ser conhecida no início de outubro", refere o TAS.

Lusa

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.