sicnot

Perfil

Desporto

Valentino Rossi resignado em partir do último lugar em Valência

O italiano Valentino Rossi confirmou hoje que vai mesmo partir do último lugar no Grande Prémio da Comunidade Valenciana, 18.ª e derradeira etapa do Mundial de motociclismo de velocidade, depois de ser conhecido que o TAS rejeitou o recurso apresentado.

© Heino Kalis / Reuters

"Terei de começar em último, porque [no Tribunal Arbitral do Desporto] precisam de tempo para decidir e eu não tive a suspensão cautelar [do castigo], depois há que ver o que decidem", afirmou Rossi, que lidera o Mundial de MotoGP com sete pontos de avanço sobre o espanhol Jorge Lorenzo, seu colega de equipa na Yamaha.

Rossi terá deliberadamente causado a queda do espanhol Marc Márquez na prova anterior, na Malásia, pelo que foi punido com três pontos de penalização na licença de condução e com a saída do último lugar na prova seguinte, que terá lugar domingo em Valência.

"Muita gente falou da corrida da Malásia, do incidente e decidi explicar ao TAS que estava a lutar pelo campeonato de uma maneira normal, daí o recurso apresentado. Agora, falta ainda uma corrida e temos de nos focar no nosso objetivo e dar o máximo", defendeu Rossi.

O piloto italiano admite que sair em último "torna as coisas mais difíceis", mas não desiste: "Já era difícil antes, mas agora tudo fica pior, mas estou aqui para me esforçar ao máximo, manter a concentração e terminar competitivo, para depois ver o que acontece".

"Em motos é difícil preparar uma estratégia, há que trabalhar nos treinos e ter bom ritmo. Partir de último significa correr mais riscos, terei de recuperar lugares e isso implica riscos, mas tenho de saber qual é o meu potencial e tratar de subir posições domingo", acrescentou Valentino Rossi.

Lusa

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18