sicnot

Perfil

Desporto

Fernando Gomes fica no Luxemburgo e não regressa a Portugal com a comitiva

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, vai ficar no Luxemburgo e não irá regressar com a comitiva a Portugal, depois de disputado o jogo particular com a seleção luxemburguesa, no estádio Josy Barthel.

Fernando Gomes foi hospitalizado no Luxemburgo, depois de uma indisposição, razão pela qual não marcou presença no jogo entre as seleções dos dois países. Fonte federativa informou que o dirigente ficará acompanhado no Luxemburgo com o médico da seleção. (Arquivo)

Fernando Gomes foi hospitalizado no Luxemburgo, depois de uma indisposição, razão pela qual não marcou presença no jogo entre as seleções dos dois países. Fonte federativa informou que o dirigente ficará acompanhado no Luxemburgo com o médico da seleção. (Arquivo)

SIC

Fernando Gomes foi hoje hospitalizado no Luxemburgo, depois de uma indisposição, razão pela qual não marcou presença no jogo entre as seleções dos dois países. Fonte federativa informou que o dirigente ficará acompanhado no Luxemburgo com o médico da seleção.

"A Federação Portuguesa de Futebol informa que o presidente Fernando Gomes teve esta manhã uma indisposição que os médicos entenderam ser merecedora de exames complementares no hospital local. O presidente da FPF está neste momento em observação, razão pela qual não assistirá, no estádio, ao jogo entre as seleções de Portugal e do Luxemburgo", pôde ler-se numa nota enviada à agência Lusa pouco antes do início da partida.

O organismo não deu mais detalhes sobre o estado de saúde de Fernando Gomes, de 63 anos, que chefiou a comitiva portuguesa na deslocação ao Luxemburgo para a realização do segundo de dois jogos particulares, após um encontro com a Rússia no sábado.

Depois da derrota em Krasnodar, por 1-0, a seleção portuguesa venceu o Luxemburgo por 2-0, no Estádio Josy Barthel.

Lusa

  • Atentados na Catalunha estão relacionados, 14 mortos

    Ataque em Barcelona

    Uma pessoa morreu e cinco suspeitos foram abatidos num segundo ataque esta madrugada em Espanha, depois do atentado de ontem que fez 13 mortos em Barcelona. As operações de busca centram-se num nome: Moussa Oukabir. Siga aqui as últimas informações, ao minuto.

    Em atualização

  • Driss Oukabir: suspeito do atentado ou vítima de roubo de identidade?
    2:40

    Ataque em Barcelona

    Um dos dois suspeitos, do ataque nas Ramblas, detidos pela polícia foi inicialmente identificado como Driss Oukabir, um homem de 28 anos. Mais tarde, um homem com o mesmo nome apresentou-se numa esquadra em Girona, a mais de 100 quilómetros do local do atropelamento afirmando que lhe tinha sido roubada a identificação. De acordo com alguma imprensa espanhola, poderá ter sido o irmão, Moussa Oukabir, um jovem de 18 anos que vive em Barcelona, como explicou também Nuno Rogeiro, comentador da SIC.

  • "Nas Ramblas, é como se nada tivesse acontecido"
    1:35

    Ataque em Barcelona

    Um atentado terrorista em Barcelona matou 13 pessoas e feriu cerca de 100. O ataque aconteceu na zona das Ramblas, quando uma carrinha avançou sobre quem circulava nessa grande via no centro da capital da Catalunha. O repórter Emanuel Nunes está em Barcelona e deu conta do regresso à normalidade nas Ramblas, logo às primeiras horas da manhã.

  • Barcelona abalada pelo terrorismo
    1:03
  • "O abandono provoca incêndios desta dimensão"
    0:55

    País

    O antigo vereador da Câmara de Mação José Silva acredita que a desertificação do interior também é, em parte, responsável pelos incêndios. Segundo José Silva, Mação tem cada vez menos habitantes e é por essa razão que os terrenos são deixados ao abandono.

  • Mação perdeu 80% da área florestal
    3:39
  • Médicos e ministro da Saúde voltam hoje às negociações

    País

    O Ministério da Saúde deverá apresentar uma proposta que poderá ser decisiva para a convocação ou não de uma nova greve. O Sindicato Independente dos Médicos e a Federação Nacional de Médicos tinham anunciado, no dia 11 de agosto, que vão realizar uma greve de dois dias na primeira semana de outubro, se a nova proposta negocial não levar em conta o que reivindicam.