sicnot

Perfil

Desporto

Bruno de Carvalho acha suspensão "normal", mas nega ter chamado corrupto ao árbitro

O presidente do Sporting afirmou hoje que a suspensão imposta pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) é "normal", mas negou que tenha chamado "corrupto" ao árbitro durante o encontro com o Tondela.

O presidente do Sporting incorre agora num processo disciplinar ao abrigo do artigo do regulamento disciplinar que diz respeito à Lesão da Honra e reputação dos agentes desportivos. (Arquivo)

O presidente do Sporting incorre agora num processo disciplinar ao abrigo do artigo do regulamento disciplinar que diz respeito à Lesão da Honra e reputação dos agentes desportivos. (Arquivo)

Lusa

Em entrevista à RTP3, Bruno de Carvalho admitiu que, no jogo da 18.ª jornada da I Liga, foi bem expulso pelo árbitro Luís Ferreira, mas negou que tenha utilizado a palavra "corrupto' quando se dirigiu ao juiz da Associação de Futebol de Braga.

"É falso, não disse isso. Não chamei corrupto a ninguém, não usei essa expressão. É uma palavra que nem gosto por causa da fonética", afirmou o dirigente 'leonino'.

Na terça-feira, o CD da FPF abriu um processo disciplinar a Bruno de Carvalho, que ficou suspenso preventivamente por 20 dias, devido aos incidentes ocorridos na partida que decorreu no Estádio José Alvalade.

"É uma decisão normal. São decisões que não são muito do meu agrado, acho que o futebol poderia ser bem mais célere, mas o futebol é assim. A partir do momento que fui expulso, o procedimento habitual é este e não estava a espera de mais nada", referiu o presidente do Sporting.

Apesar de ainda estar à espera do relatório do encontro Sporting-Tondela, Bruno de Carvalho assumiu que a sua exclusão do encontro foi "justa".

"Não estou indignado. Percebo ter sido expulso. A minha questão é com o que está escrito no relatório e, se aquilo que tem saído na comunicação social, é verdadeiro, então é completamente falso", frisou.

O presidente do Sporting abordou também a decisão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), que no final de dezembro de 2015 condenou o clube a pagar 12 milhões de euros à empresa Doyen.

"Há um erro que saiu na comunicação social. O Sporting tem três dias para pagar à Doyen se o jogador for vendido pelo Manchester United e não depois da decisão do TAS. O recurso que apresentámos não suspende o pagamento, mas há outros mecanismos que podem suspender", explicou.

Bruno de Carvalho assumiu que está à procura de contratar um defesa-central durante a reabertura do mercado de transferências, sobretudo devido à lesão de Tobias Figueiredo.

"Estamos a ver. Estamos a estudar com alguma calma. Temos centrais que asseguram ao Sporting um excelente futuro, procuramos talvez um jogador com maturidade", concluiu.

Lusa

  • Famílias das vítimas de Pedrógão criam associação para apurar responsabilidades
    2:13
  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

    País

    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.

  • 700 milhões para armamento e equipamento militar
    1:16

    País

    Portugal vai investir nos próximos anos 700 milhões de euros em armas e equipamento militar. Segundo a imprensa de hoje, o objetivo é colocar algumas áreas das Forças Armadas a um nível similar ao dos outros aliados da NATO. É o maior volume de programas de aquisição dos últimos anos e parte das verbas vão beneficiar a indústria portuguesa que fabrica aviões, navios-patrulha, rádios e sistemas de comando e controlo.

  • Princesa Diana morreu há 20 anos. Filhos falam pela 1ª vez da intimidade
    1:15