sicnot

Perfil

Desporto

Marega e José Sá deixam Marítimo e rumam ao FC Porto

última hora

Os futebolistas Marega e José Sá vão assinar com o FC Porto e deixam de representar o Marítimo, anunciou o clube madeirense no seu sítio oficial.

Marega (à esquerda) é um dos jogadores que deixa o Marítimo e assina pelo FC Porto.

Marega (à esquerda) é um dos jogadores que deixa o Marítimo e assina pelo FC Porto.

GREGORIO CUNHA

"O avançado franco-maliano Moussa Marega e o guarda-redes internacional português José Sá vão ser jogadores do FC Porto. Deixam, assim, de pertencer aos quadros do C.S. Marítimo", pode-se ler na nota publicada.

Na sua página oficial no Facebook, o clube madeirense acrescenta que os dois jogadores, que a imprensa apontava como alvos do Sporting, vão assinar por cinco épocas e meia.

Marega, que curiosamente jogou domingo pelo Marítimo no Estádio do Dragão (vitória por 1-0 do FC Porto), chegou à Madeira em janeiro de 2015 e levava sete golos apontados esta temporada, cinco dos quais no campeonato.

Já o guardião José Sá é internacional sub-21 e fez formação nas escolas do Benfica, tendo assinado pelo Marítimo em 2011.

Com Salin a ser titular indiscutível na equipa, Sá nunca conseguiu um lugar no onze maritimista, embora ainda tenha realizado nove partidas esta época.

Nelo Vingada perde agora duas opções para o jogo decisivo de quarta-feira com o Famalicão (20:15), para determinar a passagem às meias-finais da Taça da Liga.

Lusa

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.